Tenha as rédeas de sua própria vida: um projeto que vale sonhar!

Por Maria Luiza Salvadori de Carvalho Wolk

Nunca se ouviu tanto palavras como empreendedorismo e inovação. Porém praticá-las ainda está um pouco dissociada da maioria dos discursos.

Agir e refletir, pensar e planejar, realizar e surpreender são alguns caminhos que todo profissional precisa percorrer para se estabelecer. Caçar talentos vai bem além de buscar nos candidatos um currículo impecável. A competência se faz na ação, no envolvimento e na proposta de ideias.

Foi-se o tempo de chegar ao trabalho e ser um ser apenas operacional, aquele que domina algumas habilidades e se compromete com o seu microcosmo. É necessário pensar no todo, em projetos auto-sustentáveis dentro da empresa, do próprio trabalho e de sua necessidade no negócio. Esperar sempre de um superior que as boas ideias sejam colocadas em prática é dar uma grande chance para que se esteja na mira da exclusão. Pior do que sugestão inviável é a sua não exposição numa reunião de planejamento.

Para o mundo atual com concorrência agressiva e global são necessárias novas posturas. Ser proativo é estar sempre instigado por novas soluções. Aquele que é inquieto e autocrítico avalia a cada dia novas formas de oferecer mais de seu potencial para a empresa. Não significa uma doação cega ou acrítica, muito pelo contrário, esse profissional faz para si mesmo. O colaborador de hoje não deseja apenas a realização das metas da empresa, mas avanços na construção de seu próprio projeto de vida. Assim crê que através do seu trabalho e envolvimento assertivo será necessário para a empresa em que trabalha.

Enfim, apesar do jargão corporativo, tudo o que foi dito ouvimos desde a nossa infância. Quem não se lembra de escutar os mais velhos nos advertirem quanto à prevenção e riscos de acidentes com fogo ou produtos de limpeza? Ou quando nos falavam que devíamos prever as consequências de nossos atos? Que deveríamos fazer bem da primeira vez para não ter que refazer? Que é fundamental sermos respeitosos, colaboradores, sinceros, honestos e dignos? Que não poderíamos nos deixar abater por causa de frustrações, que teríamos enfrentar as provas difíceis, não acovardarmos frente os colegas maldosos e provocativos? Muitos desses ensinamentos aprendemos desde pequenos. Somos seres sociais e hoje a sociedade também mudou.

Assim reinventar nosso cotidiano para mantermos na competição não é nenhuma novidade.

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