Que mundo queremos pós pandemia?

De cara logo digo, buscamos um mundo mais sereno, otimista e esperançoso. Assisti a uma palestra de Leandro Carnal, voltada para educadores, mas irreversivelmente se aplica a todos nós. Somos impactados e temos sim os reflexos que esse momento tão delicado nos trouxe.

Precisamos pisar firme, entretanto nos reinventar. Quem sabe agora encontramos um mundo que valorize o conhecimento, a ciência, o professor, as políticas públicas e o “fazer e acontecer” da iniciativa privada.

Cada um de nós somos fundamentais para que a grande roda gire, a economia aqueça, o país se desenvolva e o mundo melhore.

Lives, vídeos e tantos conteúdos digitais… Será que fomos preparados? Claro que não, é preciso reaprender, jogar fora o que não cabe mais e se abrir para um novo cenário. O planeta não será o mesmo porque cada um de nós também se modificou com tudo isso.

E pra mandar a real, não adianta reclamarmos da pandemia. Somos únicos e podemos fazer mais. Temos criticidade, não somos uma massa sem senso crítico ou soldados sem contestação. 

Estamos num processo de reabertura e como voltaremos para as nossas imobiliárias? Como faremos nossas atividades, cujo principal objetivo é gerar resultados? Que resultados buscamos na realidade de HOJE?

Precisamos levar aos nossos clientes o que eles precisam, com mais objetividade, precisão, sem tanto blábláblá. Devemos, rigorosamente, atender melhor! Atender para sermos lembrados. Dar as mãos, ter empatia, buscar um relacionamento ainda mais transparente e humano. 

Que sejamos homens para um mundo melhor, não repetindo padrões sociais que apoiem preconceitos, desigualdades brutais e ódio.

Como aprender com uma sociedade diversa? Como atender bem na periferia, com diferentes vozes e realidades? Quem serão os inempregáveis do futuro? 

É o momento de rompermos paradigmas: a crise não é o fim do mundo e não podemos ficar presos a um passado saudosista. O futuro está ao abrir agora a porta e vale a pergunta: se não agora, quando? Se não eu, quem?

Cabe a nós, todos os cidadãos, construirmos uma realidade melhor para nós e para o próximo, uma vida com mais amor e solidariedade. E vale pensar na frase final dessa palestra memorável: Só de raiva, vamos fazer melhor!

Eu vou… e você?

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