Por Maria Luiza Salvadori de Carvalho Wolk

Um brinde a 2012! Que venha um ano recheado de boas surpresas e concretizações do que realmente se faz e se aplica.

Aquela pieguice de fim de ano de fazer um balanço e verificar aquilo que não foi concretizado e tantos sonhos perdidos no meio do caminho de nada adianta!

O ano que se vive deve ser assumido com total compromisso e responsabilidade pelos bons acertos e também pelos eventuais fracassos. Sempre que uma questão complexa exige uma tomada de posição irrevogável, precisamos ter em mente que a solução final é fruto da ponderação sobre os instrumentos que se têm à mão para analisar. Soma-se a isto a experiência de situações já vividas, previsão dos riscos e prospecção das consequências. O que se resolve, portanto, para aquele momento, frente àquelas conjunturas, é o melhor.

Assim, com consciência tranquila de se posicionar com moderação de amadurecimento, os efeitos positivos ou negativos do ato em si são encarados com mais naturalidade e dignidade. Apegar-se à frustração ou querer encontrar um culpado pelos erros somente nos traz tristeza, isolamento e descrença quanto às próprias competências.

Ações assertivas exigem análise racional bem clara e um toque também da intuição. Nem tanto à truculência racional, tampouco à emotividade avassaladora. O ponto de equilíbrio é a chave principal das soluções mais serenas.

De braços abertos recebemos 2012, com tudo de bom que nos possa trazer: as alegrias do triunfo e reconhecimento, como também os problemas e questões intrincadas que nos dão a chance de aprimoramento, para então sairmos muito mais fortalecidos.

Aos mais racionais, que aprendam que a vida não é uma ciência exata e matematicamente previsível. Aos arrebatados, fecho o texto com os versos de Rita Lee que falam por si só.

“Se por acaso morrer do coração

É sinal que amei demais

Mas enquanto estou viva e cheia de graça

Talvez ainda faça um monte de gente feliz.

Um Ano Novo para ser saboreado com todas as novidades que ele possa trazer!