Corretor: como fidelizar clientes com seu atendimento

Por Maria Luiza Salvadori de Carvalho Wolk

Excelência no atendimento: sempre um discurso pertinente. Claro, garantir que na aquisição de um produto ou serviço o cliente esteja PLENAMENTE satisfeito é a chance de pulverizar ainda mais a imagem da empresa e a garantia que mais um foi conquistado. Satisfazer, superar e surpreender sempre! Tirando o trocadilho sonoro, essas ações devem ser o mantra diário de todos os envolvidos no contato com o cliente.

Então, se todas as forças se voltam para a excelência do atendimento, por que sempre a fidelização está no centro dos debates e ainda somos surpreendidos com denúncias em sites específicos e descontentamento de clientes em relação a tantas empresas?

É preciso que pensemos como o cliente pensa. Oferecer o que busca e satisfazer ao máximo a sua necessidade. Por quê?

  • Obviamente, cliente satisfeito gera mais clientes. É o chamado marketing viral para o antigo “boca a boca”. Ainda mais em tempos de era digital, as satisfações e insatisfações passeiam numa rapidez tão grande que não vale expor a imagem da empresa por desconfortos que podem ser contornados.
  • Satisfazer um cliente que já é seu é muito mais simples que captar novos. Melhore processos, invista no pós-venda e capacitação contínua, pois frente a uma super equipe treinada e imbuída dos valores organizacionais, o cliente é quem ganha.
  • Qualidade quem avalia é o cliente! Quando se fala em plena satisfação nada melhor que criar instrumentos de avaliação para saber com consistência se a empresa está mesmo atendendo às exigências impostas pelo mercado. Reconhecer que o que deixa o cliente satisfeito são preço justo, alta qualidade, atendimento personalizado e cumprimento de prazos.

Uma relação que começa bem, com verdade, atenção e consideração geram bons frutos em qualquer área de nossa vida. Ser fiel, tão simples e tão complexo. Paradoxos inseparáveis que não se excluem. Misterioso elemento que direciona e determina muito do nosso sucesso, fracasso, felicidade e frustração. E, como o sábio Saint Exupéry de O Pequeno Príncipe diz “somos responsáveis por aquilo que cativamos”.

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