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Mais de 9,3 milhões de declarações do IR2008 já foram enviadas pela web

Por Redação do IDG Now!*
Publicada em 15 de abril de 2008 às 16h35
Atualizada em 15 de abril de 2008 às 16h37

São Paulo - Receita Federal recebeu cerca de 37% do total de 24,5 milhões de declarações que espera receber até o dia 30 de abril.

A Receita Federal recebeu, até esta terça-feira (15/04), 9,3 milhões de declarações do Imposto de Renda 2008 pela web, cerca de 37% do total de 24,5 milhões de documentos que o órgão espera receber este ano.

Deve declarar o IR quem teve rendimentos tributáveis superiores a 15.764,28 reais em 2007. O prazo para a entrega do IR2008 pela internet termina no dia 30 de abril às 20h (horário de Brasília).

A multa mínima para quem não declarar até o prazo é de 165,74 reais. A máxima é de 20% do imposto devido.

Mais sobre o IR 2008:
> Faça o download do programa do IR
> Evite os erros mais comuns na declaração

No dia 8 de abril, a Receita liberou a consulta ao quarto lote de restituções do IR2007.

Os deficientes visuais contam com uma versão especial do software com funções que ajudam na declaração do IR pela web.

*Com informações da Agência Brasil

Fonte: IDG Now!

Adicionar comentário Quarta, 16 de Abril de 2008 às 08:18 admin

Venda de títulos públicos pela web cresceu 41,4% em março

Por Redação do IDG Now!*
Publicada em 15 de abril de 2008 às 15h34
Atualizada em 15 de abril de 2008 às 15h35

Brasília - Ferramenta Tesouro Direto ganhou 3 mil novos participantes em março, elevando a base total de investidores online para 113.228.

O governo vendeu 41,4% mais títulos públicos em março deste ano pela internet do que no mesmo período de 2007, informou o Tesouro Nacional nesta terça-feira (15/04).

As operações online no mês totalizaram 89,2 milhões de reais, elevando para 288,2 milhões de reais as vendas no primeiro trimestre deste ano – o melhor resultado trimestral desde a criação do programa em janeiro de 2002.

O Tesouro Direto é uma modalidade de investimento que permite ao poupador pessoa física comprar títulos públicos federais direto do governo, sem pagar as taxas de administração aos bancos.

Em março, a procura maior foi por títulos prefixados, Letras do Tesouro Nacional e Notas do Tesouro Nacional – série F (LTN e NTN-F). Os prefixados são papéis que permitem ao investidor conhecer a rentabilidade na hora da compra e não depois. A participação desses títulos no mês passado chegou a 50,5%.

Os títulos indexados à inflação também tiveram destaque, e ficaram à frente da procura por Notas do Tesouro Nacional – série B e as Notas do Tesouro Nacional – série B Principal (NTN-B e NTN-B Principal).

O número de investidores cadastrados cresceu 39,9% nos últimos 12 meses. Foram 3.038 novos participantes em março, elevando a base total de investidores online para 113.228. No primeiro trimestre de 2008, o número de novos cadastrados chegou a 10.235, também recorde trimestral.

O Tesouro informou que os pequenos investidores continuam com elevada participação no Tesouro Direto conforme o volume de vendas por faixa de aplicação até 5 mil reais, cuja participação chegou a 60% do volume aplicado em março.

O volume total de recursos no Tesouro Direto atingiu no mês passado 1,6 bilhão de reais, cifra que representa um crescimento de 32,2% sobre março de 2007.

*Com informações da Agência Brasil.

Fonte: IDG Now!

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Mercado espera alta nos juros hoje; entidades criticam alta

EPAMINONDAS NETO
DEISE DE OLIVEIRA
da Folha Online

O Copom (Comitê de Política Monetária) decide nesta quarta-feira a nova taxa básica de juros do país, atualmente em 11,25%. A aposta generalizada do mercado e de instituições é que o BC vai elevar a Selic em 0,25 ponto percentual, para 11,5% ao ano.

A Selic tem impacto sobre o custos dos empréstimos para consumidores e empresas. Quando o governo está preocupado com a inflação –o que tem se verificado nos últimos meses–, o BC tende a elevar os juros para desestimular consumo e investimentos, de modo a ‘esfriar’ o consumo e, conseqüentemente, a atividade econômica.

Profissionais de mercado salientam que uma alta de 0,50 ponto seria uma medida bastante brusca, tendo o efeito de derrubar a Bolsa de Valores e fazer a taxa de câmbio cair de maneira ainda mais veloz. Por isso, esperam alta de 0,25.

“O consenso de mercado está mais próximo de uma alta de 0,25 ponto percentual. Se vier 0,50 ponto, pode ser bem complicado para a Bolsa. Uma alta de 0,25 ponto funciona melhor como uma sinalização do Banco Central para o mercado”, comenta Andrés Kikushi, analista da Link Corretora.

A discussão sobre a alta dos juros ganhou força após a divulgação do IPCA, o índice oficial de inflação, na quarta-feira passada. O índice subiu para 0,48% em março, quando a expectativa era de alta de 0,40%.

Os vilões da inflação neste ano são os preços dos alimentos, em linha com a tendência mundial de disparada das commodities. Para os economistas que apostam na alta, o encarecimento dos produtos alimentícios será um dos principais argumentos para a alta da Selic.

Representantes do setor produtivo que são contrários à alta, no entanto, argumentam que um ajuste agora seria precipitado.

“A inflação de alimentos, que volta a afetar a inflação brasileira, é de amplitude mundial e não tem a ver com o aumento da demanda interna e com o maior crescimento econômico do país”, defende o Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial), em relatório recente.

Para Paulo Francini, diretor do Depecon (Departamento de Pesquisas Econômicas) da Fiesp, a retomada de um novo ciclo de aumento da taxa de juros não deve interromper o crescimento do país, mas frear sua expansão.

“Dá para dizer que o desempenho de 2008 será negativamente afetado pela retomada da alta da taxa de juros, ainda que o resultado seja melhor que o de 2007. Mas poderia ser maior se não fosse a alta dos juros”, disse Francini.

“O aumento da taxa de juros de 0,25 [ponto percentual] não é mensurável e importante. Mas todos sabemos que a elevação significa pressão para reduzir a atividade econômica e a taxa de crescimento. E é isso que a autoridade monetária está querendo”, disse.

Fonte: Folha Online

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Mercados: Investidores olham para Copom, Livro Bege e IPC dos EUA nesta quarta-feira

Do Valor OnLine

SÃO PAULO - No meio da semana, há uma carregada e relevante agenda de indicadores. No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) decide hoje o rumo da taxa Selic. O resultado será apresentado após o encerramento dos mercados. Assim sendo, a repercussão ficará para quinta-feira. Há uma indefinição entre os agentes quanto a uma alta de 0,25 ponto percentual ou de 0,5 ponto na taxa, que está em 11,25% ao ano.

Ainda no front interno, atenção para o vencimento do Ibovespa futuro na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), para o IPC-S da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e para o fluxo cambial parcial, a ser apresentado pelo Banco Central (BC).

Nos Estados Unidos, sai o Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) de março. A previsão é de alta de 0,3%. Para o núcleo, que exclui a variação de alimentos e energia, a estimativa é de elevação de 0,2%.

Ontem, o Departamento de Trabalho indicou que o Índice de Preços ao Produtor (PPI, na sigla em inglês) avançou 1,1% em março, acima do esperado, mas o núcleo subiu 0,2%, em linha com as projeções do mercado.

Ainda pela manhã, o Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano, traz o resultado da produção industrial em março. Espera-se retração de 0,1%, seguindo queda de 0,5%.

O Departamento de Comércio dos EUA apresenta a construção de novas casas em abril. A estimativa é de recuo de 5%. Também será divulgado o pedido por alvarás de construção, visto como um termômetro da atividade futura.

À tarde, o Fed volta à cena com o Livro Bege, relatório sobre a percepção da economia nos últimos 45 dias feito com base nos relatórios das unidades regionais do BC norte-americano.

Também serão apresentados nesta quarta-feira nos EUA os pedidos semanais por hipotecas e os estoques de óleo e derivados.

No âmbito corporativo, os agentes voltam-se para os resultados do JP Morgan, BlackRock, eBay, Coca-Cola Co. e Wells Fargo.

(Eduardo Campos | Valor Online)

Fonte: G1

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Dólar avança 0,17%, vendido a R$ 1,694

Do Valor OnLine

SÃO PAULO - O dólar comercial estava há pouco a R$ 1,692 na compra e a R$ 1,694 na venda, com acréscimo de 0,17%. Na abertura, marcou R$ 1,697.

No mercado futuro, os contratos de maio negociados na BM & F registravam ganho de 0,14%, a R$ 1,699.

Na sexta-feira da semana passada, o dólar comercial fechou com valorização de 0,35%, a R$ 1,689 na compra e R$ 1,691 na venda.

(Valor Online)

Fonte: G1

Adicionar comentário Segunda, 14 de Abril de 2008 às 09:35 admin

Analistas consultados pelo BC aguardam taxa Selic a 12,75% ao final de 2008

Do Valor OnLine

SÃO PAULO - Os analistas financeiros calculam que a taxa Selic esteja em 12,75% ao final de 2008, conforme Relatório Focus, realizado semanalmente pelo Banco Central (BC) e divulgado nesta segunda-feira. No relatório antecedente, a projeção tinha sido ampliada para 12,50%.

Consta ainda do documento que a taxa deve terminar em 11,25% em 2009, sem mudança.

Para o encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) nesta semana, a expectativa é de a taxa Selic passe dos 11,25% atuais para 11,50%.

O relatório traz ainda a estimativa de que o dólar encerre em R$ 1,75 neste ano, inalterada pela quarta semana seguida, e termine em R$ 1,85 em 2009.

Para abril, a perspectiva é de o dólar feche a R$ 1,70, menor do que o R$ 1,72 previsto anteriormente.

(Valor Online)

Fonte: G1

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Líderes da região debatem como a América Latina resistirá à recessão nos EUA

Da France Presse

CANCÚN, México, 14 Abr 2008 (AFP) - A recessão nos Estados Unidos e como abrandar seus efeitos na América Latina para manter o ritmo de crescimento serão os temas centrais de um fórum que reunirá sete presidentes da região e centenas de empresários a partir desta terça-feira, em Cancún, México.

As possibilidades de intensificar o comércio com o gigante mercado da China também figura na agenda do III Fórum Econômico Latino-americano, a versão regional dos encontros anuais de Davos.

O fórum ficará reunido até quarta-feira sob um esquema regular de segurança, já que não são esperadas grandes mobilizações de manifestantes contrários ao atual modelo de globalização, como geralmente ocorre no encontro suíço.

ol/rpl/cn

Fonte: G1

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Remessa de lucros soma US$ 17,9 bilhões em 2007, diz BC

O Globo, Patrícia Duarte, 10/abr

As empresas estrangeiras que atuam no Brasil enviaram para fora, na forma de remessas brutas de lucros e dividendos, US$ 17,9 bilhões no ano passado, o que equivale a 7,58% do total do estoque de investimentos estrangeiros diretos (IED) no país, segundo relatório Focus divulgado hoje pelo Banco Central (BC). São os maiores volumes desde 2000 e, na avaliação da autoridade monetária, refletem o bom momento da economia brasileira.

“Evidentemente, a aceleração do crescimento econômico e o conseqüente aumento da lucratividade das empresas têm contribuído para a tendência de elevação da razão entre remessas brutas e estoque de IED”, informou o BC pelo documento.

Em 2006, por exemplo, as remessas brutas somaram US$ 12,4 bilhões, o que correspondia a 6,33% dos estoques. No ano anterior, foram US$ 9,8 bilhões, ou 6,07% dos investimentos feitos no país.

Fonte: ADEMI

Adicionar comentário Sexta, 11 de Abril de 2008 às 08:25 admin

Banqueiros admitem erros na crise de crédito

O Globo Online, 10/abr

Os maiores bancos do mundo admitiram, nesta quarta-feira, que cometeram erros ao financiar hipotecas de alto risco (subprime) que deflagraram a crise de crédito. Esta está levando os EUA a uma recessão, que implicará a desaceleração do crescimento econômico global.

Segundo reportagem do Globo, em comunicado emitido pelo Institute of International Finance (IIF), maiores bancos do mundo assumiram formalmente a responsabilidade de fazer algo para remediar a situação, bem como evitar que as falhas se repitam. Falta de transparência e imprudência quanto aos riscos evidentes foram apontadas como algumas das principais causas da atual turbulência.

O documento considera o desleixo das agências de classificação de risco como um fator determinante para a situação. O IIF divulgou documento com recomendações aos banqueiros sobre como agir daqui por diante.

FMI revê previsões para EUA e Brasil

Em relatório divulgado nesta quarta-feira, o Fundo Monetário Internacional (FMI) previu que a economia brasileira crescerá 4,8% neste ano. Em outubro do ano passado fizera um projeção inferior, de 4%. Para 2009, o organismo mundial estima que a maior economia da América Latina avance 3,7%. No seu relatório “Panorama Econômico Mundial'’, o Fundo previu ainda que a economia americana cairá numa suave recessão.

Segundo dados do IBGE, o Produto Interno Bruto brasileiro cresceu 5,4% em 2007.

Em seu relatório ‘Panorama Econômico Mundial’, divulgado nesta quarta-feira, o Fundo prevê ainda que a economia americana cairá em uma ’suave recessão’.

Fonte: ADEMI

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OCDE: economia dos Brics vai desacelerar este ano

Da Agência Estado

O grupo de países emergentes conhecido como Brics, composto por Brasil, Rússia, Índia e China, irá se juntar às economias mais desenvolvidas do mundo e experimentar uma desaceleração econômica este ano, de acordo com dados divulgados hoje pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne os 30 países que produzem mais da metade de toda a riqueza do mundo. O índice de indicadores antecedentes da OCDE sobre a atividade econômica subiu para 98,9 em fevereiro, de 98,8 em janeiro.

Com exceção do Canadá, os indicadores antecedentes do restante das economias do G-7, grupo dos sete países mais industrializados do mundo, caíram em fevereiro, assim como os indicadores do Brasil, Rússia e China. Segundo a OCDE, o indicador da Índia em fevereiro não estará disponível até o próximo mês, mas o dado em janeiro também recuou.

A entidade afirma que os indicadores antecedentes apontam para contínua desaceleração na economia global, conforme as condições de crédito permanecem apertadas e a desaceleração nos Estados Unidos, inspirada pela fraqueza no mercado imobiliário, espalha-se por meio de ligações de comércio, investimento e sentimento com o restante do mundo.

“Os dados de fevereiro de 2008 indicam uma perspectiva fraca para todas as sete maiores economias”, afirmou a OCDE. “Os dados recentes para economias que não fazem parte da OCDE apontam para desaquecimento na China e Índia e fraca expansão no Brasil e na Rússia.”

Os indicadores antecedentes da OCDE oferecem sinais antecipados de pontos de mudança entre expansão e desaceleração da atividade econômica e se baseiam em uma ampla variedade de dados, com histórico que apontam mudanças na atividade futura. As informações são da Dow Jones.

Fonte: G1

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