Arquivo de 17 de Abril de 2008
Por Computerworld/Reino Unido
Publicada em 16 de abril de 2008 às 19h30
Atualizada em 16 de abril de 2008 às 19h37
Londres - Embora tendência seja o crescimento do mobile banking, instituições precisam ampliar variedade de produtos, diz Juniper Research.
Até 2011, o número de clientes que utilizarão serviços de mobile banking deverá chegar a 816 milhões. Este foi o resultado de uma pesquisa realizada pela Juniper Research que, embora reconheça o crescimento, alerta para alguns problemas que devem ser resolvidos primeiro.
De acordo com o relatório, as instituições financeiras devem ampliar a variedade de produtos disponíveis para aparelhos móveis, incluindo serviços de informações financeiras, transferência de fundos, pagamento e apresentação de contas, gerenciamento de contas e serviços ao cliente.
Com o desenvolvimento de novos serviços, o número de transações realizada por meio de dispositivos móveis deve crescer dos 2,7 bilhões registrados em 2007 para 37 bilhões em 2011. Apesar disso, o estudo alerta para a quantidade de obstáculos que devem ser superados para ampliar o desenvolvimento de serviços e a utilização por parte dos usuários.
Os obstáculos incluem itens regulamentação financeira, pagamento dos custos das transações e compartilhamento da receita, além de suporte aos clientes. Do lado dos grandes clientes, há a preocupação com a ampliação de medidas de segurança, consideradas fundamentais para que a adoção dos serviços seja maior.
A China é hoje a região com maior número de usuários, seguida pela Europa e pela Índia.
Redação do Computerworld, de Londres
Fonte: IDG Now!
Quinta, 17 de Abril de 2008 às 08:21
admin
Por Techworld/Reino Unido
Publicada em 16 de abril de 2008 às 17h55
Londres - Vulnerabilidade que permitia ataques de cross-site scripting (XSS) indica riscos da popularidade do SaaS, diz pesquisador.
Uma falha já corrigida no Google Spreadsheets, a planilha online do Google Apps, permitia o acesso de um crackers a todos os serviços do Google, revelou um pesquisador de segurança nesta quarta-feira (16/04).
A vulnerabilidade viabilizava ataques de cross-site scripting (XSS) e é uma indicação dos riscos que podem acompanhar a grande popularidade do Software como Serviço (SaaS), segundo o pesquisador Billy Rios, que descobriu o problema.
Devido à forma como o Google estrutura seus processos de autenticação, um único ataque XSS pode oferecer acesso a todos os serviços e documentos da empresa, diz Rios. “Só com este XSS, posso fazer tudo que quiser no Google como se fosse você”, explicou o pesquisador em um post.
Os crackers se aproveitam da maneira como o Internet Explorer determina o tipo de conteúdo das respostas de servidores, ignorando o cabeçalho que informa o conteúdo das páginas, em algumas circunstâncias.
Segundo Rios, os navegadores Firefox, Opera e Safari podem ser levados ao mesmo comportamento.
“Os desenvolvedores precisam entender como os browsers lidam com diferentes cabeçalhos de conteúdo ou arriscarão sua aplicação hospedada na web a ataques XSS”, escreveu.
Para consolidar a invasão, Rios injetou um código HTML na primeira cédula de uma tabela, junto com um Javascript voltado a mostrar o cookie do usuário. O IE então renderizou o conteúdo como HTML, permitindo que o cookie fosse visualizado.
Em algumas semanas, o Google permitirá que os usuários visualizem e editem documentos do Google Apps também offline.
Matthew Broersma, editor do Techworld, de Londres
Fonte: IDG Now!
às 08:19
admin
Por Redação do IDG Now!
Publicada em 16 de abril de 2008 às 16h13
Atualizada em 16 de abril de 2008 às 16h14
São Paulo - Aparelhos, baterias e acessório usados podem ser entregues nas lojas da operadora.
A Claro anunciou um programa para reciclagem de aparelhos, baterias, chips e acessórios de celulares que não estão mais em uso no Brasil. A iniciativa vale inclusive para clientes de outras operadoras.
Os itens podem ser descartados em das mais de 140 lojas próprias da operadora. A coleta é feita pela GM&C, empresa que cuida do processamento e destinação final do lixo eletrônico junto às recicladoras homologadas no IBAMA.
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A operadora se comprometeu a equipar todos os seus pontos-de-venda com urnas receptoras até o final do segundo semestre, incluindo os mais de 3,3 mil agentes autorizados.
A companhia vai alertar seus clientes sobre a iniciativa via SMS, em seu site e nas lojas.
Fonte: IDG Now!
às 08:16
admin
O Banco Central do Brasil supreendeu os mercados ao decidir aumentar sua taxa básica de juros, a Selic, em 0,5 ponto percentual, afirma reportagem publicada nesta quinta-feira pelo diário britânico “Financial Times”.
O jornal comenta que a elevação da taxa decidida na noite de quarta-feira, de 11,25% para 11,75%, foi o dobro do que a maioria dos economistas previam.
“O aumento pôs fim a mais de dois anos de cortes das taxas em meio a crescentes preocupações de que a inflação dos preços ao consumidor excederá a meta do governo neste ano”, diz a reportagem.
Para o jornal, a decisão do BC “vai provocar reações irritadas de grupos empresariais e sindicatos, que vinham pedindo seguidamente ao banco a retomada dos cortes da taxa de juros”.
Dólar em baixa
O Financial Times observa que a expectativa com o possível corte dos juros já havia levado a cotação do dólar a fechar em seu menor nível em nove anos, a R$ 1,66.
O jornal relata que o Copom (Comitê de Política Monetária do BC) “disse ter optado por um aumento de 0,5 ponto percentual para promover imediatamente uma parte significativa do aperto monetário que seria necessário para reduzir o risco do crescimento da inflação e reduzir o tamanho do aumento total da taxa Selic”.
A preocupação com a inflação, segundo o jornal, é decorrente do fato de que nos últimos dois anos o consumo interno tomou o lugar das exportações como motor do crescimento brasileiro, com um boom de consumo estimulado por desemprego em queda, salários em alta e crédito barato.
A reportagem comenta que “nesta semana, um levantamento regular do BC com economistas do mercado indicou a previsão de que os preços ao consumidor devem subir 4,66% neste ano, ultrapassando a meta do governo, de 4,5%, pela primeira vez”.
Fonte: UOL Últimas Notícias
às 08:06
admin
Do Valor OnLine
SÃO PAULO - Com exceção dos juros futuros, os mercados brasileiros tiveram uma quarta-feira bastante positiva. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) retomou os 64 mil pontos e o dólar caiu para o menor patamar desde 1999.
O bom o humor por aqui ficou alinhando com o mercado externo, onde balanços corporativos positivos nos Estados Unidos, com destaque para o JP Morgan, e dados econômicos em linha com o esperado melhoraram o ambiente de negócios.
Contribuindo para o tom positivo do dia, analistas do banco suíço UBS deram recomendação de compra para as ações brasileiras. O Deutsche Bank elevou a indicação para os papéis de siderúrgicas brasileiras para compra .
Na Bovespa, as siderúrgicas e os bancos puxaram uma alta de 2,45% no Ibovespa, que fechou aos 64.151 pontos. Com isso, o índice voltou a acumular alta em 2008, mais 0,41%. O giro financeiro somou R$ 11,12 bilhões, inflado pelo vencimento do Ibovespa futuro, que girou R$ 2 bilhões.
A expectativa de juros mais altos aliado ao dia positivo na bolsa abriram caminho para uma queda mais acentuada do dólar. A moeda teve a maior desvalorização percentual diária em cerca de um mês atingindo preços não vistos em quase nove anos.
Em baixa desde o início do pregão, o dólar comercial fechou o dia com queda de 1,18%, a R$ 1,662 na compra e R$ 1,664 na venda. Este é o menor valor já registrado desde o dia 18 de maio de 1999, quando a moeda fechou a R$ 1,648.
Na roda de pronto da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), a divisa apresentou baixa de 1,16%, a R$ 1,6635. O volume financeiro foi de US$ 443,75 milhões, três vezes maior do que o observado um dia antes. O giro interbancário somou R$ 2,819 bilhões.
Como na terça-feira, os juros futuros seguiram na contramão, refletindo a cautela dos agentes antes da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que na noite de ontem optou por um aumento de 0,50 ponto percentual na taxa de juro, levando a Selic para 11,75% ao ano. Apesar do consenso com relação ao início de um ciclo de alta, os analistas divergiam quanto à magnitude do acréscimo, se 0,25 ponto ou 0,5 ponto.
O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2009, o mais negociado, fechou com elevação de 0,05 ponto percentual, a 12,53%, anuais. Janeiro de 2010 acabou o dia com ganho de 0,07 ponto, a 13,35% ao ano. Janeiro 2011 avançou 0,08 ponto, para 13,48%, e Janeiro 2012 ganhou 0,10 ponto, para 13,49% ao ano.
Na ponta curta, maio de 2008 subiu 0,05 ponto, a 11,46%. Julho de 2008 teve alta de 0,03 ponto, para a 11,66% anuais, e outubro de 2008 fechou apontando 12,11%, com valorização de 0,02 ponto.
Até as 16h15, antes do ajuste final de posições, foram negociados 1.136.043 contratos, equivalentes a R$ 104,79 bilhões (US$ 62,29 bilhões). O vencimento de janeiro de 2009 foi o mais negociado, com 196.564 contratos, equivalente a R$ 18,05 bilhões (US$ 10,73 bilhões).
(Eduardo Campos | Valor Online)
Fonte: G1
às 08:03
admin
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