Arquivo de 14 de Abril de 2008

Analistas ficaram excitados com a Cyrela

Monitor Mercantil, 11/abr

O analista André Segadilha, da Prosper Corretora, classificou de “excelentes” a prévia de vendas no primeiro trimestre deste ano divulgada pela Cyrela Brazil Realty, pois demonstra a capacidade de superações dos próprios guidances e reforça as expectativas positivas para o setor de construção civil. E acredita que o preço das ações poderá ser positivamente afetado pelas notícias no curto prazo.

Fonte: ADEMI

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Design corporativo

Folha de São Paulo, Guilherme Barros, 11/abr

A construtora e incorporadora Bratke Collet inaugura um prédio de escritórios no Real Parque, em São Paulo, com 3.000 m2, e começa a construir um imóvel comercial na Av. Brigadeiro Luís Antônio. “Apostamos em projetos com design arrojado”, diz Roberto Bratke, presidente da empresa. O arquiteto Carlos Bratke assina os projetos.

Fonte: ADEMI

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Inflação nos imóveis corporativos

O Globo, Flávia Oliveira, 11/abr

A locação de imóveis comerciais no Rio teve resultado recorde ano passado. Os aluguéis cobrados por escritórios em edifícios classe A na cidade subiram 59%, chegando ao preço médio de R$ 73,25 por metro quadrado. Pela primeira vez, estão quase empatados com a média do mesmo segmento em São Paulo, de R$ 76,68 por metro quadrado.

Os dados estão no relatório “Market Beat”, da consultoria Cushman & Wakefield, e mostram as duas faces do boom no setor imobiliário corporativo. De um lado, o crescimento econômico da cidade, com empresas em expansão. De outro, a falta de imóveis de alto padrão e a escalada dos aluguéis, que pode impedir novas companhias de se instalarem no Rio. Os setores petroquímico e de serviços puxam a valorização. Barra e Cidade Nova são as áreas que mais crescem.

O valor médio no Rio sempre foi 20% abaixo de São Paulo. É um momento de grande potencial na área, mas a falta de oferta causa distorções, como o pico de R$ 180 por metro quadrado no Leblon. Hoje, uma empresa atrás de um espaço de 500 metros quadrados entra em fila de espera diz Milena Morales, gerente de pesquisa da consultoria. Para ela, em 2008 e 2009, os preços acompanharão a inflação.

Fonte: ADEMI

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Construção civil aumenta a demanda por cloro e derivados

Gazeta Mercantil, 11/abr

A demanda por cloro e derivados, que terminam majoritariamente na forma de tubos de PVC ou espumas, cresceu 4% em 2007 levando-se em conta as principais misturas do cloro como o dicloroeteno, uma pré-resina de PVC e a resina já pronta. O consumo aparente de cloro e soda subiu de 3.190 milhões de toneladas para 3.329 milhões de toneladas, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Álcalis, Cloro e Derivados (Abiclor).

O aquecimento do mercado interno é singular, ocorre no Brasil na contramão da tendência internacional, em que o desaquecimento da indústria da construção civil nos Estados Unidos provoca forte queda na demanda pelo PVC ou resinas de poliuretano (espumas). Mesmo a China foi atingida pelo desaquecimento nos EUA,”já que é grande exportadora destes produtos para os países da América do Norte”, disse Luiz Pimentel, presidente da Abiclor.

Exportações

O Brasil vem reduziu exportações. Ao todo, em 2007 exportou 87 mil toneladas de cloro na forma de dicloroetano (estágio anterior à resina de PVC). Uma queda de 18,5% em relação a 2006. Juntando-se a exportação de dicloroetano mais resinas de PVC houve uma queda de 6,% nas exportações, para 148 mil toneladas no ano passado. E ainda houve um incremento de 22% na importação deste composto e de PVC no ano passado, segundo levantamento feito pelo presidente da Abiclor.

“Hoje exportamos principalmente para China e Coréia. Seguiremos reduzindo exportações para, no médio prazo, pensar nos investimentos em expansão”, disse Pimentel O cloro é feito a partir da eletrólise do sal. Dele saem cloro e também soda cáustica. Esta indústria tem sempre um desafio de tentar equilibrar a venda dos dois produtos,” já que para produzir mais de um deles é preciso encontrar mercado para o outro também”, informou o presidente da Abiclor.

Demanda por soda

Segundo o executivo, a demanda por soda está crescendo no mundo. No Brasil a soda é usada no branqueamento da celulose, que é uma indústria em franca expansão. A soda também é usada na produção de alumina, produto anterior ao alumínio.

“Houve também o fechamento de uma fábrica da Dow (Chemical) na Costa Oeste canadense, o que reduziu a oferta e mesmo as importações de soda da China não foram suficientes, e houve necessidade daquelas localidades trazerem também soda do Golfo do México.”

Isso fez com que os preços da soda disparassem no mercado internacional. Enquanto uma tonelada de soda custava US$ 400 no terceiro trimestre de 2007, hoje o preço já encosta em US$ 490.O setor não pensa em expansões agora, enquanto há possibilidade de redirecionar exportações para dentro do País. Mas o maior temor desta indústria, usuária de energia em alta escala juntamente com a indústria de metais, é a garantia de energia no futuro.

“Já temos de recorrer à energia termoele’trica. É preciso novos investimentos em hidroelétricas”, disse. A continuidade de produção e também a recuperação de margens de lucro, que começam a ocorrer agora com os primeiros sinais de aquecimento vindo do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), dependem de fornecimento seguro de energia, salienta o executivo.

A produção brasileira de cloro subiu 0,5% em 2007 para 1.229 milhão de toneladas em 2007 . Já a importação subiu 34,9% para 5,3 mil toneladas. No caso da soda caústica a produção foi 0,8% maior, com 1,335 milhão de toneladas. A importação também foi maior em 2007, crescimento de 18,3%, para 801,6 mil toneladas , de acordo com a Abiclor.

Fonte: ADEMI

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Lopes lançará no Rio de Janeiro o Habitcasa

Jornal do Commercio, Lucas Vettorazzo,11/abr

A Lopes, maior imobiliária do país, lançará a Habitcasa - unidade de negócios de imóveis do segmento econômico (até R$ 180 mil) - no Rio de Janeiro, em maio.

Com sede funcionando como ponto de venda na Avenida Rio Branco, a imobiliária comercializará apartamentos e casas nas regiões de menor renda no Grande Rio e Baixada Fluminens.

Cerca de 150 corretores foram contratados no primeiro momento e até 2009 a empresa terá 400 em seu quadro de funcionários. Segundo o diretor da Habitcasa Rio de Janeiro, Marcelo Groppo, o segmento econômico é o que mais cresce no estado e, com o acesso facilitado ao crédito e aos financiamentos imobiliários com prazos longos, o segmento deverá dobrar em tamanho até o ano que vem.

Ele disse que, no ano passado, as vendas de imóveis econômicos no Rio, pela Lopes, representaram 34% do total comercializado. A empresa enxergou no resultado a possibilidade de expandir sua área de atuação no estado.

O diferencial da Habitcasa, segundo Groppo, estará na estratégia de vendas - com equipes de corretores atuando em setores pré-definidos - e na prospecção de clientes.

O Rio será divido em áreas e nas equipes destacadas haverá sempre um corretor morador local.

O trabalho de fechamento de vendas, de acordo com Groppo, será pessoal e diferenciado. Ele explicouque a venda desse tipo de imóvel tem um apelo “muito emocional” dificultando a tomada de decisão por parte do cliente.

“Sabemos que esse imóvel pode ser o primeiro ou o último da pessoa. Para isso trabalharemos no sentido de conquistar o cliente. Até buscar em casa nós buscaremos, se for necessário”, disse.

Está em curso o treinamento dos funcionários que são formados por corretores tradicionais e também por gente sem experiência no mercado.

déficit habitacional. O Rio, afirmou, tem déficit imobiliário grande e muitas pessoas vivem de aluguel. “O desejo de possuir casa própria, financiada em 30 anos, por exemplo, incentiva a busca das classes menor renda por imóveis”, afirmou ele.

Groppo acrescentou que atualmente há condomínios com piscina, playground, quadras esportivas e garagem em bairros da Zona Norte, por exemplo, e que fazem parte do segmento econômico. “Esse tipo de empreendimento reafirma o desejo da classe C de melhorar sua qualidade de vida”, disse.

A definição da sede da Habitcasa na Avenida Rio Branco, Centro do Rio, foi estratégica por “ser de fácil acesso aos moradores das regiões contempladas”.

A empresa trabalhará com pacotes prontos e seus imóveis poderão ser financiados por quase todos os bancos.

“Nós ofereceremos, por exemplo, imóvel em São Gonçalo financiado por determinado banco em determinado prazo para, então, o cliente escolher a oferta que mais lhe agrada”, completou.

Fonte: ADEMI

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O mercado imobiliário e o ‘built to suit’

Valor, Ivan Tauil, 11/abr

A utilização crescente de operações denominadas “built to suit” na qual o investidor constrói um prédio de acordo com as especificações do usuário que utilizará o bem por longo prazo, pagando ao investidor uma remuneração determinada e de “desimobilização” através da qual um proprietário vende o imóvel para um investidor, alugando de volta para utilização por longo prazo - integram o fenômeno que podemos denominar como “financialização” ou “refinancialização” do mercado imobiliário brasileiro, através do qual o setor, após uma radical segregação imposta por duas décadas de hiperinflação e juros estratosféricos, volta a ter sua lógica de ordenação e de desenvolvimento fundada em premissas ditadas pelo mercado financeiro.

Estas transações são orientadas por motivações de natureza financeira, econômico-comercial e tributária. As razões financeiras estão associadas à atratividade do investimento, já que a rentabilidade das locações comerciais já pode igualar e, no futuro, potencialmente superará com facilidade a taxa real de juros que se projeta para os anos seguistes a 2010, estimada pelos economistas em 3,5% ao ano.

As razões econômico-comerciais dizem respeito às diferentes expectativas de retorno que possuem os investidores em renda fixa e os empreendedores comerciais e industriais. Vale dizer, enquanto o capital aplicado em imóveis espera-se render entre 7% a 9,5%, segundo prazos e riscos associados, os empreendedores esperam que seus negócios industriais os remunere com taxas que variam de 15% até 25%. Desta forma, resta evidente que os recursos do empreendedor, se escassos ou limitados, devam ser prioritariamente aplicados na atividade-fim ou no giro do negócio, pois proporcionam retornos superiores àqueles comumente associados à propriedade imobiliária.

As razões tributárias, por sua vez, são relacionadas ao tratamento distinto que recebem as despesas operacionais (de locação) e os custos de depreciação e amortização (atinentes à propriedade) incorridos pelas pessoas jurídicas tributadas pelo regime do lucro real para fins de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Enquanto as locações são integralmente dedutíveis, a propriedade predial admite apenas uma dedução das quotas de depreciação das edificações - de 4,5% ao ano sobre o valor da construção -, sendo irrecuperáveis, para fins tributários, os valores investidos na aquisição do respectivo terreno. Para os não iniciados nas “ciências ocultas” da contabilidade ou nas “letras apagadas” do direito tributário, o afirmado acima significa, em outras palavras, que o pagamento de locação de um prédio, composto de terreno e edificação, tem um efeito redutor do valor do IRPJ e da CSLL a pagar maior do que a simples depreciação permitida pela legislação fiscal exclusivamente para as edificações e em prazo superior àquele do contrato comumente firmado em operações tipo “built to suit” ou desimobilização através de “leasing back”.

Se considerado o mesmo valor predial, com o terreno, locado após ser construída ou adquirida segundo especificação ou encomenda do usuário, calculada a rentabilidade do proprietário locador em 12% anuais, teríamos, então, despesas líquidas, acumuladas ao fim de dez anos, equivalentes à soma dos aluguéis pagos, menos o valor da dedução integral da despesa admitida pela legislação tributária. Ou seja, R$ 23,76 milhões. A parcela resultante da diferença de recursos não alocados para obter o uso do imóvel - R$ 34, 2 milhões - R$ 23,76 milhões = R$ 10,44 milhões - fica, então, liberada para ser aplicada no próprio negócio da empresa.

Se admitida uma taxa de retorno interno para o negócio na ordem de 15% anuais contra a mesma taxa de financiamento de 8% anuais, teríamos retornos líquidos oriundos da parcela economizada na ordem de 7% líquidos, os quais poderiam ser reinvestidos no próprio negócio, sucessivamente, pelo mesmo período de dez anos, obtendo-se, com isto, um retorno marginal equivalente a R$ 10 milhões.

Em outras palavras, as utilizações “built to suit” ou oriundas de desimobilização de ativos liberam capitais para reinvestimentos no próprio negócio que, em sua forma sucessiva (composta) ao longo do tempo, gera possibilidades incríveis de crescimento. Veja que, neste exemplo, os ganhos do negócio foram supostamente reduzidos, pois se admitiu que a parcela de diferença foi igualmente tomada no mercado à taxa de 8% anuais. Se, de modo distinto, a diferença de R$ 10,4 milhões estivesse no caixa da empresa para utilização no giro, os ganhos oriundos do reinvestimento em dez anos seriam de R$ 28,8 milhões, e, portanto, idêntico ou superior ao que seria o valor do prédio industrial após dez anos de utilização, caso não houvesse uma abrupta valorização imobiliária no local. Aliás, o potencial de valorização dos ativos imobiliários de empresas comerciais ou industriais é, para a maioria delas, um fator absolutamente irrelevante. Percebem nas suas instalações apenas o valor de sua utilização como geradora dos resultados operacionais positivos, proporcionados por sua atividade-fim ou ramo de negócio específico.

Para concluir, vale lembrar de Sam Walton, o fundador da Wal-Mart - grande usuária de imóveis “built-to-suit” e a ela locados por terceiros -, que disse: “Estou no negócio de vendas a varejo, não no negócio de imóveis. Se tiver que construir uma loja eu o farei. Mas, em seguida, a venderei”.

Fonte: ADEMI

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MRV triplica

Valor, 11/abr

A construtora e incorporadora MRV mais do que triplicou seus lançamentos no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2007, colocando no mercado R$ 691 milhões em imóveis. O volume de vendas contratadas no período também cresceu de forma significativa, passando de R$ 130 milhões para R$ 340 milhões.

Fonte: ADEMI

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Consumo de cimento e nível de emprego mantêm alta

Valor, Yan Boechat, 11/abr

A indústria da construção civil continua crescendo de forma acelerada neste início de 2008 e dá sinais de que novos recordes históricos serão quebrados neste ano. Dados divulgados pelas organizações setoriais da indústria e por algumas das principais empresas do setor mostram que a demanda, que já vem aquecida desde o ano passado, não está arrefecendo, mesmo com o aumento de alguns insumos.

Dados divulgados pelo Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (Snic), mostram que o consumo de cimento teve uma ampliação de 13% nos três primeiros meses deste ano, em relação ao mesmo período de 2007. As vendas no mercado interno neste período foram de 11,4 milhões de toneladas. As exportações, no entanto, despencaram em quase 70%.

Apesar de um crescimento acelerado na média do trimestre, a expansão no mês de março não acompanhou o mesmo ritmo de janeiro e fevereiro, que registraram índices de mais de 20%. No último mês, o consumo no mercado interno foi 3,8 milhões, um aumento de cerca de 3% sobre o mês de março de 2007. Apesar disso, analistas do setor estimam que o consumo de cimento no país deve ter um aumento de até 10% sobre os números de 2007, que já haviam crescido 10% sobre 2006. Os Estados do Sul e do Nordeste do país lideraram o crescimento do consumo no trimestre.

Na outra ponta, o Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon) registrou recorde histórico no nível de emprego no setor. Hoje, o número de trabalhadores formais da construção no país está em cerca de 1,9 milhão de pessoas, maior estoque de mão-de-obra registrado desde 1995, quando a atual metodologia do levantamento foi implantada.

De acordo com os dados levantados pelo Sinduscon e a FGV-Projetos, nos dois primeiros meses do ano cerca de 75 mil pessoas foram contratadas pela indústria da construção civil no país, um aumento de 4,1% em relação aos números do mesmo período de 2007. Contabilizados os últimos 12 meses, o volume de empregados cresceu quase 16%. Os Estados do Centro-Oeste e do Sul do país registraram o mais crescimento em vagas formais em relação a 2007. Os Estados do Sudeste contrataram o maior número absoluto de trabalhadores, 44 mil. Só no Estado de São Paulo foram feitas 25,7 mil contratações no bimestre, um aumento de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A fabricante de tubos e conexões Amanco, por sua vez, informou que suas vendas cresceram 25% no primeiro trimestre deste ano. Em 2007 a companhia ampliou seu faturamento em 24% em relação a 2006.

Fonte: ADEMI

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Crackers exploram vulnerabilidade do Windows corrigida no Patch Tuesday

Por Computerworld/EUA
Publicada em 11 de abril de 2008 às 12h20
Atualizada em 11 de abril de 2008 às 12h24

Framingham - Correção de vulnerabilidade na GDI, considerada a mais perigosa, já é explorada em três sites por meio de arquivos WMF e EMF.

Uma vulnerabilidade crítica do Windows, corrigida pelo boletim de atualizações mensais da Microsoft, o Patch Tuesday, na última terça-feira (08/04), já foi explorada por crackers, afirma a Symantec. Os crackers que tentaram atacar o software, contudo, ainda não obtiveram sucesso.

Segundo a Symantec, a única versão do sistema operacional que não corre riscos é o ainda não concluído Windows XP SP3.

“Observamos tentativas, pelo serviço DeepSight, que miram a vulnerabilidade na GDI (do inglês Graphics Device Interface), corrigida pela Microsoft no Patch Tuesday”, explica a Symantec no alerta. Este é o bug considerado mais perigoso.

De acordo com a Microsoft, todas as versões do Windows, incluindo o Vista SP1 e o Server 2008, são vulneráveis a ataques. As falhas podem ser despertadas por arquivos de imagem WMF (Windows Metafile) mal formados ou EMF (Enhanced Metafile), alerta a empresa.

A Symantec já encontrou três sites que hospedam arquivos maliciosos WMF ou EMF que se aproveitam de uma das duas falhas na GDI. As imagens, contudo, não conseguiram explorar o bug, pois não têm dados suficientes para tal.

O Windows XP SP3, única versão não afetada pela vulnerabilidade, não tem data exata de lançamento - a Microsoft só afirma que irá lançá-lo no “primeiro semestre de 2008”.

A empresa de segurança pede que os usuários instalem as correções da GDI se ainda não o fizeram. Os ajustes podem ser baixados pelos serviços Microsoft Update, Windows Update e Windows Server Update.

Gregg Keizer, editor do Computerworld, de Framingham

Fonte: G1

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Dólar avança 0,17%, vendido a R$ 1,694

Do Valor OnLine

SÃO PAULO - O dólar comercial estava há pouco a R$ 1,692 na compra e a R$ 1,694 na venda, com acréscimo de 0,17%. Na abertura, marcou R$ 1,697.

No mercado futuro, os contratos de maio negociados na BM & F registravam ganho de 0,14%, a R$ 1,699.

Na sexta-feira da semana passada, o dólar comercial fechou com valorização de 0,35%, a R$ 1,689 na compra e R$ 1,691 na venda.

(Valor Online)

Fonte: G1

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