Arquivo de 25 de Março de 2008

Prédio ameaçado de ruir em Itaguaí será demolido

O Globo, Fabiano Rocha, 24/mar

Hoje será contratada a empresa que vai fazer a demolição do bloco 11-B do Edifício Vilar de Brisamar, na Rua Prefeito Isoldakson Cruz de Brito (antiga Estrada RJ 99), em Itaguaí. O bloco, que cedeu na madrugada de sábado, abrindo fendas na estrutura, corre risco de desabamento. Segundo o secretário estadual de Saúde e Defesa Civil, Sérgio Côrtes, o trabalho será feito até quinta-feira.

Após a demolição, um novo prédio deve ser construído no local. Enquanto isso, as famílias sem moradia receberão um auxílio-aluguel de R$ 700, além de R$ 3 mil para comprar móveis novos, disse Côrtes.

Os técnicos da Defesa Civil acreditam que os outros prédios devem ser liberados. A única exceção é o bloco 11-A, que pode estar com as estruturas afetadas por ser colado ao 11-B.

Das 120 famílias desalojadas, apenas 15 estão no Centro Social Urbano (CSU), no Centro de Itaguaí. O restante está na casa de familiares e amigos.

Fonte: ADEMI

Adicionar comentário Terça, 25 de Março de 2008 às 08:52 admin

Prefeitura deve demolir hoje duas casas na Glória

O Globo, Flávia Cohen, 24/mar

A Prefeitura deve demolir hoje duas casas na Glória, uma delas desabou parcialmente no sábado. Os imóveis ficam nos números 9 e 10 da Vila Aymoré, no número 25 da Ladeira da Glória. As construções estão em péssimo estado de conservação. Os trabalhos, que chegaram a ser iniciados ontem, vão recomeçar hoje, a partir das 8h30m.

Ontem, foi preciso interromper a operação porque havia risco para os outros moradores da vila, que terão que deixar o local temporariamente.

Um vizinho contou que os funcionários da Gerência de Operações Especiais, ligados a Secretaria municipal de Obras, demoliram paredes com tratores das 9h às13h30m de ontem.

A prefeitura esclareceu ainda que pediu o acompanhamento de técnicos da Rioluz porque serão utilizadas máquinas com guindastes que podem oferecer risco à rede elétrica. A casa, que anteontem desabou parcialmente, foi construída no século XIX e tombada pela Área de Proteção do Ambiente Cultural (Apac) da Glória e do Catete desde 2005.

Fonte: ADEMI

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Em busca do milagre dentro de casa

O Globo, Felipe Frisch, 24/mar

As quedas registradas na semana passada nos mercados mundiais de commodities matérias-primas que têm cotação internacional, como ouro, café, açúcar, soja e minério de ferro, deixaram os investidores da Bolsa brasileira em dúvida sobre o seu rumo. Eram justamente as altas cotações desses produtos que vinham segurando a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) distante das fortes quedas dos mercados internacionais.

Isso porque elas concentram boa parte das negociações e do próprio Índice Bovespa (Ibovespa), que dá a média das variações diárias. Somente Vale (com produção de ferro, alumínio, cobre e níquel) e Petrobras (petróleo) representam mais de 31% do índice, que é mais de 40% composto por ações de empresas que se beneficiam das altas internacionais das matérias-primas. E sofrem com as perdas, como as que ocorreram na semana passada, de quase 10% em alguns casos.

Em 12 meses desde que a crise das hipotecas nos EUA começou a dar seus sinais no mercado financeiro , o setor de mineração ainda é o que acumula as maiores altas em toda a Bovespa. No ano, o setor já tem queda de 1,59% e quem ainda mostra algum fôlego é o setor de siderurgia e metalurgia, também beneficiado pela alta internacional do aço, outra commodity que vinha subindo com a demanda de grandes construções na China.

Setor imobiliário pode sofrer com eventual alta de juros A estratégia para o investidor que quiser se proteger dessa volatilidade pode ser procurar ações de outros segmentos, especialmente ligados ao consumo interno e menos expostos à crise internacional dizem os especialistas. É o caso das empresas de geração e transmissão de energia elétrica, que, por pagarem bons dividendos (distribuição de lucro), são consideradas ações “defensivas”. Ou seja, garantem parte da rentabilidade via proventos, e, até por isso, oscilam menos do que o Ibovespa, destaca Marco Melo,
chefe de pesquisa da corretora Ágora.

Estatisticamente, os setores de varejo e de energia tendem a ter um comportamento mais defensivo, menos correlacionados com o Ibovespa diz, dando destaque para o setor de comércio eletrônico.

De fato, enquanto o Ibovespa sobe 34,58% em 12 meses, o setor de energia elétrica sobe 36,08%. No ano, o índice cai 7,92% e as ações do setor, em média, perdem 4,36%.

Marco Melo lembra que mesmo o setor siderúrgico está menos dependente das exportações do que já esteve, especialmente para aços planos (CSN e Usiminas). Hoje, segundo Melo, o segmento vende de 20% a 30% para o exterior, mas a fatia já chegou a 40% quando o dólar estava mais valorizado, favorecendo as exportações.

O analista Fernando Fanchin, da gestora de recursos Rio Bravo, destaca ainda empresas do setor de bebidas como boas distribuidoras de dividendos.

A Petrobras tem receita atrelada ao petróleo, e a Vale, ao minério, que podem variar muito de um ano para outro. Por isso, as ações sofrem diz.

Como setores ligados à economia doméstica, ele destaca ainda o de bens de consumo e da construção civil, que tendem a ser menos voláteis no cenário atual, diz. No entanto, as incertezas internacionais podem influenciar o rumo das taxas de juros no país, prejudicando esses segmentos. Hoje, a taxa básica de juros, a Selic, definida pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), está em 11,25% ao ano. Mas, na última reunião, o comitê deu sinais de que poderá elevá-la nos próximos meses, se as pressões inflacionárias se mantiverem.

Além disso, o desempenho dos setores de bens de consumo, como o de eletoeletrônicos, vai depender do alcance das medidas que devem ser anunciadas pelo governo para inibir a demanda e conter pressões sobre a inflação. O foco maior das medidas tende a ser a indústria de automóveis.

O gerente de análise da Modal Asset Management, Eduardo Roche, acredita que, com a queda de 5,01% do Ibovespa na quarta-feira devido às baixas de preços das matérias-primas, ficou difícil apontar algum setor protegido da crise.

Teoricamente, o setor interno pode ter uma proteção maior. Até que se prove que as commodities vão ter um revés mais forte, as ações desses setores vão continuar se destacando diz.

Para André Segadilha, gerente de análise da Prosper Corretora, quem quiser pensar em rentabilidade no mercado de ações deve olhar para o longo prazo.

A economia real está indo bem no Brasil. Cada vez mais, apostamos em setores internos, como o de construção, o automobilístico e o de energia.

Fonte: ADEMI

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Censo nas favelas do PAC começa em abril

Jornal do Commercio, 24/mar

O cadastramento dos moradores dos complexos de Manguinhos e Alemão e da favela da Rocinha - favelas que receberão obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo federal - deverá começar no próximo mês. A estimativa do Governo do Estado, que conduzirá o “censo”, é de que o resultado final seja apresentado já no início do segundo semestre deste ano.

O levantamento estava previsto no edital das obras, ficando a contratação dos recenseadores por conta das empreiteiras e a supervisão a cargo do Estado, explicou o subsecretário de Urbanismo, Vicente Loureiro. De acordo com a secretaria de Obras, as empresas deverão dar prioridade aos moradores da região na contratação dos cerca de 600 entrevistadores, com uma ênfase maior nos jovens.

A “radiografia” das três comunidades, de acordo com o Governo, permitirá detalhar melhor as ações mais necessárias nas áreas.

“Hoje temos os dados oficiais, que são feitos por amostragem. Esse trabalho que deve começar em abril trará uma radiografia mais fiel do que existe nas comunidades e quantas pessoas realmente vivem lá. Com isso poderemos definir ações e saber, por exemplo, quais os cursos mais esperados pelos moradores”, destacou.

Além de oferecer dados sobre casas e pessoas, o censo funcionará ainda como uma pesquisa de opinião dos moradores sobre o que está sendo feito nas comunidades, permitindo ajustes nas obras durante a execução do projeto.

O subsecretário lembrou que o vice-governador e secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão, pediu que sejam iniciados imediatamente projetos para outras comunidades. A lista incluiria o Morro do Chapéu Mangueira, no Leme; o do Borel, na Tijuca; e o complexo do Jacarezinho.

Fonte: ADEMI

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Desperdício de dinheiro

Extra, 23/mar

Sobras e perdas de materiais de construção fazem a obra encarecer em até 20%

Um dos principais problemas das obras é o desperdício. Dificilmente, o proprietário consegue se livrar de materiais que sobram ou que estragam no final. Por isso, uma dica é negociar com o profissional responsável pela reforma. A economia pode ser de até 20%, segundo o diretor regional da rede de lojas Casa & Construção, Rogério Palmieri.

- Uma idéia é propor uma premiação, caso o material não seja desperdiçado. O contrário também vale. No caso de sobra, será descontado - sugeriu Palmieri.

Outra maneira de reduzir os já elevados custos da reforma é ir atrás das promoções. As grandes lojas de material de construção estão sempre fazendo campanhas direcionadas. Quase todas têm sites na internet, onde divulgam os descontos vigentes.

Muitas lojas oferecem também profissionais que auxiliam o consumidor no planejamento e no acompanhamento da obra. Em muitos casos, é possível simular o resultado final com as escolhas feitas pelo cliente.

Tanto o planejamento quanto a compra do material com antecedência são fundamentais para o sucesso da reforma. Mas, segundo o arquiteto Anderson Freitas, é preciso ficar atento aos prazos de validade para não voltar ao problema já citado: o desperdício.

Fonte: ADEMI

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Reformas: é possível sobreviver

Extra, Danielle Abreu, 23/mar

Planejamento é palavra-chave para respeitar o orçamento e não fazer da experiência um arrependimento

Fazer obras em casa geralmente significa dor de cabeça. Ou os custos ficam acima do esperado ou o tempo gasto é muito maior do que o programado. Isso ocorre não só nas grandes intervenções como também nas pequenas reformas. Como se livrar ou, pelo menos, minimizar isso? A palavra-chave é planejamento.

- A maioria vai pela intuição. Começa uma coisinha aqui, emenda outra ali e depois está todo enrolado - disse o engenheiro civil Merhi Daychoum, que lançou o livro “Manual de sobrevivência a reformas”.

As dicas do engenheiro, que resolveu escrever o guia após uma obra interminável em casa, foram o que livrou o dentista João Baptista Soares Filho, de 44 anos, da dor de cabeça de mais uma reforma em seu consultório. Depois de várias tentativas frustradas - em que os gastos chegaram a duas vezes do previsto - ele seguiu a orientação e contratou uma empresa para assumir a obra:

- Foi a melhor coisa que fiz. As obras estavam previstas para três meses e acabaram em dois. E eu gastei exatamente o que programei.

Fonte: ADEMI

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Lucro da Tecnisa vai a R$ 84 milhões

Jornal do Commercio, Andréa Cordioli, 24/mar

A Tecnisa, uma das maiores incorporadoras residenciais do País, registrou lucro líquido ajustado de R$ 84 milhões no ano passado, ante R$ 36 milhões do ano anterior. O resultado desconsidera os gastos com a abertura de capital, ocorrida em fevereiro de 2006, e com o embargo na obra do empreendimento Grand Maia, localizado em Guarulhos, a pedido do Ministério Público. Considerando esses efeitos, o lucro líquido da Tecnisa foi de R$ 32,5 milhões em 2007.

A empresa lançou 22 empreendimentos no ano passado, com Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1,011 bilhão, valor 255% superior a 2006. Excluíndo o VGV de R$ 133 milhões do Grand Maia, a alta foi de 208%. Dos lançamentos, 54% foram na cidade de São Paulo, 43% no Estado de São Paulo e 3% em outros Estados. Segundo o presidente do Conselho de Administração da Tecnisa, Meyer Joseph Nigri, o processo de diversificação regional vai se intensificar em 2008.

Por segmento de renda, a Tecnisa colocou 84% dos seus lançamentos no ano passado para a classe média. Outros 9% foram para o público de alta renda e 7%, empreendimentos comerciais. O valor médio das unidades caiu de R$ 450 mil, em 2006, para R$ 363 mil no ano passado. Para o diretor financeiro e de relações com investidores da Tecnisa, Leonardo Paranaguá, o valor médio das unidades neste ano deve ficar abaixo ou próximo de R$ 300 mil.

As vendas contratadas da Tecnisa alcançaram R$ 560 milhões no ano passado, com alta de 86% sobre 2006. Sem os R$ 87 milhões do Grand Maia, a alta foi de 57%. Das vendas contratadas, R$ 327 milhões foram feitas internamente por 123 corretores. A intenção de Nigri é elevar o quadro para 180 corretores até dezembro. Segundo ele, as vendas pela internet representaram 25% do total e as vendas por indicação de clientes responderam por mais 25%, o que reduziu os gastos com publicidade da companhia.

A receita líquida da incorporadora foi de R$ 338 milhões no ano passado, sem o empreendimento Grand Maia, e de R$ 356 milhões, com o Grand Maia. Em 2006, a receita líquida da Tecnisa foi de R$ 203 milhões. “Em 2008, esperamos aumento substancial das receitas, bem como redução das despesas administrativas”, disse Paranaguá.

EBTIDA. Com isso, a margem Ebitda da empresa caiu de 23%, em 2006, para 19% no ano passado. Desconsiderando os efeitos da abertura de capital, a margem Ebitda seria de 22%.”Também esperamos recuperação da margem Ebitda neste ano”, disse. A Tecnisa fechou 2007 com 41% de margem bruta a apropriar, ante 37% de 2006.

De acordo com Paranaguá, a Tecnisa tem condição “confortável” de liquidez para crescer nesse ano, uma vez que conta com R$ 50 milhões em caixa, com R$ 52 milhões da venda de 20% do Projeto Nicolas Boer e com R$ 40 milhões a receber pela saída do empreendimento Golf Village, além de três acordos financeiros que totalizam R$ 2,7 bilhões. Esses acordos são com o Banco Santander, com a Brazilian Mortgage e com a Caixa Econômica Federal.

“A empresa cresceu muito e ultrapassou o quadro de 1 mil empregados diretos. Vamos crescer mais e sem perder a qualidade”, afirmou Nigri. A Tecnisa chegou ao final de 2007 com banco de terrenos (landbank) no valor de R$ 4,4 bilhões - ante R$1,5 bilhão de 2006 -, sendo 52% na cidade de São Paulo, 29% no Estado de São Paulo e 19%, em outros Estados. A maior parte dos terrenos (80%) destina-se à média renda, 19% à alta renda e 1%, à baixa renda.

A expectativa do diretor-presidente da Tecnisa, Carlos Alberto Júlio, é lançar neste ano entre 40% e 50% dos empreendimentos na região metropolitana de São Paulo. Metade dos lançamentos deve ocorrer até junho, embora o segundo semestre concentre grandes empreendimentos, como o que será construído no terreno de 250 mil metros quadrados comprado da Telefônica.

Fonte: ADEMI

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Brascan avança no mercado imobiliário do Centro-Oeste

Valor, Vera Saavedra Durão, 24/mar

A Brascan Residential Properties (BRP), braço imobiliário do grupo Brascan, acaba de fazer sua primeira aquisição no setor de construção. Trata-se da MB Engenharia S/A, de propriedade de dois empresários que atuam nessas áreas, Fernando Maia e Marcelo Borba, com liderança em incorporação imobiliária da região Centro-Oeste, com foco nos segmentos residenciais de classe média e classe média-baixa. A meta da BRP é liderar este mercado, atuando no processo de consolidação pelo qual deve passar o setor em todo o país.

Nicholas Reade, presidente do conselho da BRP, não falou em valores, argumentando que o contrato de compra e venda ainda não foi assinado. Mas, adiantou ao Valor que as condições de compra de 100% da MB já foram acertadas entre as partes, faltando apenas a documentação. Reade espera fechar o negócio até o dia 4 de abril.

A MB tem capital aberto, mas sem negociação em Bolsa. A venda foi conduzida pelo Credit Suisse. A princípio, não será incorporada à BRP, que atua como holding operacional, incluindo outras empresas. Maia e Borba vão continuar na gestão da empresa, informou Reade. “Estamos comprando não apenas a empresa, mas também capacidade de gestão e planos de negócios”.

A compra da empresa goiana atende a estratégia da BRP no setor. Amplia seu escopo geográfico - fica na região Centro-Oeste e abrange cidades do Nordeste, como Fortaleza - e atuação no segmento de classe média baixa. A Brascan está concentrada no eixo Rio-São Paulo e atende 70% das faixas de compra das classes alta e média alta.

O apetite da BRP para adquirir empresas não pára na aquisição da MB. É apenas o começo, diz Nicholas Reade, que admite que vai continuar indo às compras no decorrer deste ano. “Estamos olhando e se aparecer, vamos considerar”. A BRP, segundo ele, tem um caixa disponível de R$ 230 milhões para usar na compra de terrenos e de empresas.

Fonte: ADEMI

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A Rossi

Gazeta Mercantil, 24/mar

A Rossi Residencial reforçou o caixa para 2008 e 2009 com uma linha de crédito para produção de R$ 1 bilhão obtida com o Bradesco. A incorporadora já tinha acertado um financiamento de R$ 200 milhões este mês com o banco. A estimativa é lançar R$ 5,5 bilhões em imóveis no biênio.

Fonte: ADEMI

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Brascan mira média renda com a MB

Gazeta Mercantil, Maria Luíza, 24/mar

A Brascan Residential Properties vai finalizar até o dia 4 de abril a compra da MB Engenharia, conforme comunicou na sexta-feira à Comissão de Valores Mobiliários. As empresas não divulgaram o valor da transação e nem mesmo se o pagamento se dará em dinheiro ou troca de ações.

A MB obteve registro de companhia aberta este mês e cancelou a oferta de ações que estava sendo coordenada pelo Unibanco e Goldman Sachs. Em junho passado, a empresa sediada em Goiânia e uma das líderes na região Centro-Oeste do País tinha um capital social de R$ 15,59 milhões, com valor patrimonial por ação de R$ 9,86 segundo divulgado no prospecto.

Seu estatuto social previa um capital autorizado de até R$ 200 milhões de ações ordinárias. A empresa usaria os recursos para expandir e quitar dívidas, como os R$ 30 milhões em cédulas de crédito bancário com o Banco Votorantim, emitidas em 2007. Em 2006 somou receita líquida de R$ 106,7 milhões e acumulava, nos seis primeiros meses de 2007, R$ 56,6 milhões.

Controlada por Antônio Fernando Maia e Marcelo Borba, a MB tem como foco o segmento residencial de classe média-baixa e classe média justamente a faixa em que a carioca Brascan vem tentando avançar desde 2007, seguindo a tendência de mercado de incorporação habitacional. Mas enquanto seu valor médio de lançamento é de R$ 4,1 mil por m, a MB atua na faixa de R$ 2,3 mil/m.

Fonte: ADEMI

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