Arquivo de 13 de Março de 2008
O Globo, Flávia Oliveira, 12/mar
Vai a leilão dia 3 de abril a casa de número 38 da Rua Nascimento Bittencourt, no Jardim Botânico. O imóvel era ocupado pelo Centro de Produção de Rádio e Televisão do Senac e terá lance mínimo de R$ 2,1 milhões. O terreno de 365 metros quadrados, vizinho ao Parque Lage, deve ser disputado por construtoras. O leilão será comandado por João Emílio.
Fonte: ADEMI
Quinta, 13 de Março de 2008 às 08:23
admin
O Globo, Joaquim Ferreira dos Santos, 12/mar
Serão montados showrooms nas favelas do PAC para mostrar aos moradores, que terão suas casas removidas por causa das obras, como serão suas futuras residências. O protótipo vai ser mobiliado em Rocinha, Alemão e Manguinhos como nos estandes de prédios de luxo. A idéia é do secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão, para tranqüilizar a turma, com medo de ficar sem teto.
Fonte: ADEMI
às 08:22
admin
Monitor Mercantil, 12/mar
Muitos ainda se perguntam, com alguma dose de preconceito, como é possível que um morador de favela possa comprar eletrodomésticos sofisticados e até carro novo, enquanto aceita viver em condições tão degradantes de higiene e segurança. Entretanto, a questão seria mais esclarecedora se fosse formulada de outra forma. Partindo do pressuposto que a maioria das pessoas sabe escolher suas prioridades de consumo e investimento, e que se pudesse optaria por morar em condições mais favoráveis, como é possível que o morador da favela possa ter acesso à compra de produtos de avançada tecnologia, como eletrodomésticos sofisticados e automóveis novos, e, no entanto, não consiga obter financiamento para melhorar suas condições de moradia? É bem provável, que na maioria das grandes cidades brasileiras, o preço de um imóvel seja superior ao de um automóvel novo, mas também é provável que se houvesse financiamento de longo prazo com taxas de juros reduzidas, muitos moradores de favela ou cortiços teriam renda suficiente para pagar as prestações de uma casa própria.
Para se adquirir um automóvel novo hoje no país, basta entrar em uma concessionária, escolher o veículo, fazer o plano de pagamento e sair com o carro. Se o modelo de aquisição da casa própria chegasse próximo do processo de aquisição do automóvel, com certeza teríamos menos pessoas alojadas em habitações populares precárias. É óbvio, porém, que a compra de um bem como o imóvel requer muito mais fiscalização do Estado e precauções pelo adquirente do que um carro. Mas convenhamos que há um fosso creditório muito grande entre ambos bens na hora de alcançá-los.
Hoje, o déficit habitacional brasileiro chega a mais de oito milhões de unidades. Se considerarmos aquelas famílias que têm casa própria, porém em condições precárias, a demanda por investimentos no setor imobiliário seria ainda maior.
Experiências bem sucedidas no México mostram que é possível atender à demanda por moradia a custos e prazos satisfatórios, desde que o mercado financeiro desenvolva instrumentos de investimento rentáveis e de financiamento compatíveis com a renda da população. A maioria dos empreendimentos habitacionais mexicanos é de responsabilidade da iniciativa privada, que desenvolveu técnicas modernas de construção em escala industrial, com boa qualidade e preços baixos. Uma casa de 70 m² de área privativa é colocada à venda por um preço em torno de US$ 20 mil, algo como R$ 35 mil. Se financiada em 30 anos, com taxa de juros reais de 6% ao ano, a prestação mensal não passaria de R$ 200, ou cerca de um quarto da renda familiar da maioria da população que mora em favela em São Paulo.
A solução do problema habitacional brasileiro também passa pela questão da regularização da propriedade dos imóveis e pelo equacionamento da colateralidade necessária aos financiamentos. Hoje, muitos moram em áreas invadidas e não possuem nenhum título de propriedade. E a maioria não tem acesso a crédito porque não tem garantias para sustentá- lo.
Segundo o economista peruano Hernando de Soto, essas questões estão interligadas. Soto ficou mundialmente conhecido pela difusão de sua teoria sobre a importância da regularização da unidade habitacional familiar como instrumento de melhoria da condição social das camadas mais pobres da população. Segundo ele, o título de propriedade serve como importante garantia na obtenção de recursos para o financiamento de pequenos negócios que multiplicam a renda familiar e possibilita a aquisição de imóvel de melhor qualidade ou de realizar reforma do imóvel atual.
Um mutirão de regularização dos imóveis, ainda que precários, pode ser uma forma de se iniciar um círculo virtuoso no mercado imobiliário de baixa renda no Brasil. Recentes avanços na economia brasileira, como o controle da inflação, a redução das taxas de juros, o desenvolvimento de novos mecanismos de poupança e empréstimos, a abertura de capital das principais construtoras e a implantação de medidas que fortalecem a garantias dos empréstimos, como a alienação fiduciária e o patrimônio de afetação dentre outros, já permitem vislumbrar melhorias no mercado imobiliário. No final do ano passado, foi veiculado nos principais jornais do país que uma importante empreiteira brasileira deseja construir na Grande São Paulo um mega-projeto habitacional nos moldes mexicano. Esperamos que esta iniciativa tenha sucesso e que muitas outras sejam implantadas em curto espaço de tempo. Se isto acontecer, ninguém mais precisa ficar surpreso quando souber que além de eletrodomésticos sofisticados e carro novo, a população de baixa renda também poderá ter acesso a uma casa decente.
Fonte: ADEMI
às 08:18
admin
Gazeta Mercantil, 12/mar
A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI) aumentou em 25,72% sua participação na HM Engenharia e Construções, mediante subscrição de 18 milhões de novas ações no valor de R$72 milhões. Assim a CCDI passa a deter 76,72% do capital da HM. A controlada é focada em baixa renda, com unidades de até R$100 mil.
Wal-Mart negocia imóveis
A Wal-Mart contratou o banco UBS para assessorá-la na venda da inglesa Gazeley, incorporadora absorvida pelo Wal-Mart na compra da Asda, em 1999, que atua na Europa e na China e se expande por Índia e México. O valor do negócio é de US$ 656 milhões e o interesse do Wal-Mart é se desfazer do que não é seu principal negócio.
Expansão da Kalunga
A Kalunga inaugurou sua 51ª loja no bairro paulistano Vila Maria, reforçando o comércio na zona Norte, que representa 4,5% do faturamento total da empresa, junto com as lojas de Santana e do Pari. Mais duas lojas serão aberta em São Paulo e no Rio este mês. A rede se instala em centros que abrangem mais de 400 mil habitantes.
Plaza reabre em NY
O Plaza Hotel de Nova York, meca centenária de socialites, realezas e celebridades políticas, reabriu após uma restauração de US$ 400 milhões, que durou dois anos. O hotel operado pela Fairmont Hotels & Resorts tem 282 suítes e preço médio de US$ 1 mil por noite, além de um condomínio de apartamentos a partir de US$ 2,5 milhões.
Garantia na C&C
A varejista de material de construção, reforma e decoração C&C Casa e Construção, lançou garantia estendida para diversos itens vendidos nas lojas. Mais de 2 mil itens, das linhas branca, marrom, eletroeletrônicos, eletroportáteis entre outros, ganham quatro anos a mais do que a garantia fornecida pelo fabricante.
ITB movimenta € 5 bilhões
Uma das maiores feiras mundiais de turismo, a ITB, em Berlim, encerrou no fim de semana com um volume de negócios estimado em mais de € 5 bilhões nos cinco dias de evento. O número de operadores internacionais foi de 100 mil pessoas este ano, além de 25% a mais de público nos seminários, para 11 mil pessoas.
Fonte: ADEMI
às 08:17
admin
Gazeta Mercantil, 12/mar
Apesar de sediada em Lisboa, onde atua desde incorporação residencial a obras públicas de infra-estrutura, a holding portuguesa Tiner encontrou no Brasil seu porto seguro. Em dois anos, o País saltou de uma participação de 25% para 50% na receita do grupo, que deve alcançar R$ 1 bilhão somente em solo tupiniquim.
Hoje , Portugal fica com apenas 20% dos negócios e o restante está distribuído entre Polônia e Angola, o segundo mercado de maior crescimento para o grupo. Apaixonado por caravelas e embarcações como todo bom lusitano, António Marques Varela, presidente do grupo Tiner, credita o desempenho aos bons ventos do mercado - brasileiro e imobiliário.
“Competir no Brasil era muito difícil quando chegamos, há quase 10 anos, pelo custo do capital, juros elevados e burocracia na aprovação de projetos. A incorporação residencial surgiu como alternativa para retorno do investimento”, relembra Varela. A estratégia do grupo é lançar mega projetos em terrenos de grande extensão.
Este semestre, por exemplo, lança a última fase do projeto de R$ 4,8 bilhões em Florianópolis, complexo que inclui residenciais, universidade, área de treinamento de atletas e indústrias não poluentes, numa área de 2,5 milhões de m. Também vai entrar no segmento habitacional de baixa renda, área que não atua no País. O condomínio Vila Atlântica, no km 18 da rodovia Anhanguera, tem área formada pela junção de 52 lotes com previsão de 5.200 apartamentos para baixa renda, com imóveis entre R$ 99 mil e R$ 120 mil.
Paralelamente, continua com lançamentos em alta renda. No bairro paulistano Campo Belo, o foco são famílias com renda mensal entre R$ 15 mil e R$ 20 mil, para arcar com apartamentos que vão de R$ 320 mil a R$ 600 mil ou as casas do condomínio no complexo, ao preço médio de R$ 1,5 milhão.
Mas o principal projeto que sai da gaveta da empresa este ano e gera a maior expectativa de negócios está em Alphaville, em Tamboré. Em parceria com a Videolar, proprietária do terreno de 54 mil m, a Tiner vai incorporar um complexo que inclui três torres comerciais (duas de salas de escritórios e uma de lajes corporativas), seis torres residenciais que totalizam 800 apartamentos, hospital e hotel (já em negociação com operadores) e um shopping, que marca a entrada do grupo português no segmento. O valor de vendas do empreendimento é de R$ 1,2 bilhão, que será lançado em fases a partir do segundo semestre.
A idéia é que parte do complexo componha os ativos do Europar Flex, o segundo fundo imobiliário formatado pela Tiner no País. “A captação total do fundo, que já obteve aprovação da CVM, será de R$ 600 milhões, sendo R$ 30 milhões já no início da operação”, afirma Varela.
O Flex será administrado pelo Banif, tendo o Itaú como depositário e a própria Tiner como gestora. A intenção é que seja mais abrangente que o primeiro fundo, o Europar, que focava imóveis industriais (centros de distribuição e galpões). “O Flex vai incluir shoppings e edifícios comerciais e, eventualmente, incorporação residencial”, afirma Varela. “Já deve incluir pelo menos R$ 100 milhões em ativos no complexo de Alphaville.”
Com os empreendimentos engatados, a empresa espera multiplicar por 10 seu volume de lançamentos no País, de R$ 180 milhões em 2007 para R$ 1,8 bilhão este ano. A Tiner pretende colher os resultados de sua persistência. Por quase sete anos não teve geração de receita no mercado brasileiro. “Foram só investimentos e promessas nesse período”, conta o presidente do grupo.
Capitalização
Desde 2006, a Tiner se prepara para abrir capital no País, mas o projeto foi adiado para um momento mais adequado ao lançamento de ações. A primeira idéia era que o IPO acontecesse no ano passado. “Mas achamos que 2007 não era um bom momento pela concentração de ofertas de ações do setor e este ano o cenário se complicou com a crise americana. É provável que o IPO aconteça em 2009″, revela Varela.
O objetivo é lançar no mercado o correspondente a 35% do capital da empresa. Em Portugal, o grupo tem operação fechada. “Portugal não tem cultura de Bolsa de Valores, mas a experiência no Brasil pode nos incentivar também na Europa”, acredita.
Fonte: ADEMI
às 08:16
admin
Valor, 12/mar
A São Carlos Empreendimentos, especializada no segmento de imóveis comerciais, ampliou sua receita em 34% em 2007 em relação a 2006, atingindo R$ 100 milhões de faturamento. O lucro líquido ajustado avançou 61% quando comparado ao ano anterior, chegando a R$ 35 milhões. Após um ano de forte investimento em aquisições de novos imóveis a companhia ampliou o valor de seu portfólio em quase 90%. Ao final de 2006 a São Carlos tinha R$ 795 milhões em imóveis para renda e fechou o ano passado com um total de R$ 1,5 bilhão. A São Carlos encerrou o ano com uma dívida líquida da R$ 329 milhões, uma redução de quase 10%
Fonte: ADEMI
às 08:15
admin
Valor, 12/mar
A Construtora e incorporadora Even registrou, assim como a maior parte das empresas do setor imobiliário, forte crescimento no ano passado, impulsionada principalmente pelos recursos captados em sua oferta pública de ações. A receita da companhia saltou de R$ 205 milhões em 2006 para R$ 428 milhões no ano passado, um avanço de 108%. O lucro líquido ajustado da companhia também crescei de forma expressiva, chegando a R$ 52,8 milhões, um avanço de 136% O volume de lançamentos da Even subiu 252%, chegando a R$ 1,8 bilhão. A margem bruta passou de 36,3% para 38,8%, um aumento de 2,5 pontos percentuais.
Fonte: ADEMI
às 08:14
admin
Do Valor OnLine
SÃO PAULO - A quinta-feira foi de instabilidade nos mercados brasileiros, que seguem atrelados à sinalização proveniente do ambiente externo. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) operou com ganhos durante grande parte do pregão, mas não resistiu às quedas em Wall Street. O dólar chegou a subir forte, mas voltou a perder valor ante o real, e os juros retomaram a trajetória de alta.
A expectativa era de uma ressaca depois da forte valorização registrada um dia antes nas bolsas domésticas e internacionais, seguindo a atuação do Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano, que liberou outros US$ 200 bilhões em empréstimos de redesconto.
No entanto, o que acabou contendo as compras nos Estados Unidos, e, conseqüentemente, por aqui, foi a contínua desvalorização do dólar e a acentuada elevação no preço do petróleo, que bateu US$ 110 o barril. Com isso, o Dow Jones fechou com baixa de 0,38% e o Nasdaq caiu 0,53%.
Por aqui, o Ibovespa devolveu os ganhos de mais de 1%, encerrando com perda de 0,31%, aos 62.176 pontos, com giro financeiro em R$ 5,16 bilhões.
Depois de subir mais de 1% no começo do pregão, o dólar voltou a perder valor ante o real. O que gerou instabilidade nos negócios com a moeda estrangeira foi a expectativa quanto à possibilidade de um pacote de medidas para conter a valorização do real. O ponto mais polêmico, que na terça-feira já teve influência sobre os negócios, era a possibilidade de tributação dos investimentos estrangeiros em renda fixa.
Após o encerramento dos mercados, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou o pacote, que prevê o fim da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de câmbio dos exportadores. Autoriza que os exportadores deixem toda sua receita com vendas externas fora do Brasil e cobra IOF de 1,5% na entrada de capital estrangeiro destinado a aplicações de renda fixa.
Na máxima do dia, o dólar comercial chegou a ser negociado a R$ 1,703, mas encerrou a quarta-feira com queda de 0,53%, a R$ 1,673 na compra e R$ 1,675 na venda.
Na roda de pronto da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), a moeda também declinou 0,53%, a R$ 1,674. O volume financeiro somou US$ 364 milhões.
Os juros futuros voltaram a refletir a cautela dos investidores que aguardam a apresentação da ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em busca de alguma indicação mais concreta sobre a possibilidade de alta de juros.
O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2009 subiu 0,07 ponto percentual, para a 12,02%, anuais. Janeiro de 2010, o mais negociado, ganhou 0,05 ponto, projetando a 12,81% ao ano. Janeiro 2011 aumentou 0,06 ponto, indicando 12,87% ao ano. Janeiro 2012 avançou 0,03 ponto, para 12,79%.
Na ponta curta, abril de 2008 encerrou estável a 11,11%. Julho de 2008 registrou ganho de 0,01 ponto, para 11,31%. E outubro de 2008 terminou apontando 11,67% anuais, alta de 0,03 ponto.
Até as 16h15, antes do ajuste final de posições, foram negociados 776.489 contratos, equivalentes a R$ 66,67 bilhões (US$ 39,34 bilhões). O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 302.188 contratos, equivalente a R$ 24,30 bilhões (US$ 14,34 bilhões).
(Eduardo Campos | Valor Online)
Fonte: G1
às 07:59
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Da EFE
Frankfurt (Alemanha), 13 mar (EFE).- O euro bateu hoje outro recorde frente ao dólar após superar a casa de US$ 1,56 no mercado de divisas de Frankfurt, em meio a incertezas em relação à economia americana.
Segundo os analistas, por causa das perspectivas de uma nova redução das taxas de juros nos EUA em até 75 pontos básicos e à piora da economia americana, o dólar se mantém pouco atrativo para os investidores.
O valor recorde histórico do euro diante da moeda americana se situa agora em US$ 1,5627.
Desde o início do ano, quando a unidade da moeda européia valia cerca de US$ 1,47, o euro aumentou 6%.
Por volta das 7h de Brasília, a moeda da UE era negociada por US$ 1,5589, um pouco mais do que o valor com o qual abriu, enquanto o Banco Central Europeu (BCE) fixou ontem seu câmbio oficial em US$ 1,5477.
O presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, reiterou ontem em uma conferência sua “preocupação” com as grandes variações nos mercados de divisas. EFE
st/fal
|K:ECO:ECONOMIA,MERCADOS-FINANCAS,CAMBIO-DIVISAS|
|N:C|
03/13/10-35/08
Fonte: G1
às 07:58
admin