Arquivo de 25 de Fevereiro de 2008

Um aliado para novos mutuários

Extra, Danielle Abreu, 24/fev

Os especialistas são unânimes em dizer que uma compra importante como a de um imóvel tem que ser muito bem planejada. A começar pelos valores que vão ser desembolsados por um prazo tão longo, já que os financiamentos de hoje podem se estender a até 30 anos. O primeiro passo, portanto, é procurar as melhores condições de empréstimo habitacional. E, agora, não é mais preciso gastar sola de sapato para isso. Basta entrar na internet. Todos os bancos oferecem simuladores que mostram como ficará o financiamento, de acordo com o perfil.

Fazer uma cotação antes de escolher o banco onde vai financiar é fundamental. E os simuladores são importantíssimos nessa hora disse o consultor financeiro, Reinaldo Domingos.

Aliado importante

A Caixa Econômica Federal, apesar de ser líder em financiamentos imobiliários no país, era o único banco que ainda não oferecia o simulador, lançado há duas semanas. O serviço já teve 350 mil acessos no país. No Rio, são 50 mil por dia. Para o superintendente da Caixa no Rio, José Domingos Vargas, o canal é uma importante referência para quem vai começar o processo de financiamento.

A simulação não substitui qualquer parte do processo, mas oferecer parâmetros reais para o financiamento disse Vargas.

O analista de sistemas Mario Ferreira, de 35 anos, que está comprando um apartamento, navegou pelos sites de cinco bancos atrás da melhor opção de compra. Segundo ele, se não fossem os simuladores, ele não teria tido acesso a tantas informações.

Eu não tinha como ir a todos esse bancos pessoalmente para fazer os cálculos. E o melhor: alguns permitem que você envie uma proposta pela internet contou.

Fonte: ADEMI

Adicionar comentário Segunda, 25 de Fevereiro de 2008 às 09:38 admin

PAC enfrenta a escassez

O Globo, Henrique Gomes Batista e Cássia Almeida, 24/fev

No momento em que começa a decolar após a batalha contra a burocracia, a demora na obtenção de licenciamento e as disputas judiciais o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) se depara com novos obstáculos que prometem dificultar o surgimento de vários canteiros de obras. Com o ritmo mais forte da economia, faltam máquinas, equipamentos e profissionais para tocar os empreendimentos, ameaçando causar atrasos e encarecer alguns projetos, que estão sendo modificados para driblar o déficit de insumos e manter cronogramas.

O PAC de 2007 começa a influenciar agora e estamos em uma situação difícil, certamente alguns cronogramas serão atrasados por falta de equipamento afirmou Luiz Fernando Santos Reis, presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon).

As dificuldades como a falta mundial de guindastes são reconhecidas pelo governo e já afetam obras bilionárias, como o Complexo Petroquímico (Comperj), no Rio; o Rodoanel em São Paulo, a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) e a Refinaria Abreu Lima (Pernambuco). Só nesses quatro empreendimentos, os gargalos mapeados pelo GLOBO representam R$24 bilhões em investimentos até 2010. Os gasodutos também têm dificuldades para sair do papel faltam, por exemplo, peças específicas e soldadores.

No Comperj, faltam 400 caminhões

O caso da CSA, investimento da ThyssenKrupp e da Vale que tem parte das suas obras dentro do PAC é emblemático. Faltam estacas e bate-estacas para a terraplanagem da área onde será construída a CSA, megaprojeto de 3 bilhões (R$7,6 bilhões).

Segundo a Thyssen, para contornar o problema e tentar manter o início da produção em março de 2009, o plano de obras foi revisto e criaram-se dois turnos de trabalho. Também houve importação temporária de equipamentos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, visitarão as obras nesta terça-feira.

O Rodoanel de São Paulo, em seu trecho sul, segundo empresários envolvidos na obra, está com o andamento prejudicado pela falta de caminhões pesados problema recorrente a vários empreendedores.

Já a Petrobras, responsável pelo Comperj, antecipa problemas para o início das obras: faltam retroescavadeiras para a preparação do terreno. Serão necessários no complexo 400 caminhões de grande porte e 40 retros. O déficit de insumos deve se repetir na Refinaria Abreu e Lima, a ser construída, em parceria com a estatal venezuelana PDVSA.

Para evitar que gargalos se multipliquem, a Petrobras está mobilizada. Agora, ao definir um projeto, ela vai tentar antecipar o aluguel de equipamentos considerados críticos, treinar mão-de-obra, revisar a estratégia de contratação de pessoal e informar ao mercado com antecedência sobre intenções de investimento.

Estamos vivendo um momento de alta de preços no aluguel de equipamentos. O custo do guindaste, por exemplo, subiu 100% em três anos, o do cimento, 40% e o de retroescavadeiras, 30% afirmou o presidente do Sinicon.

Segundo ele, as empresas do setor, mesmo com o forte aquecimento, temem realizar os investimentos necessários, sempre elevados e com grande período de amortização:

Fizemos investimentos no fim dos anos 80 e início dos 90 e ficamos por dez anos com máquinas ociosas.

A ministra Dilma reconhece o problema mas acredita na solução:

Tive um encontro na quinta-feira com fabricantes de carrocerias de grandes caminhões e eles me garantiram que vão atender a demanda, que aumenta 30%. A maior parte dessas fábricas, Agralle, Random, Marcopolo, está situada na região de Caxias do Sul (RS), que verdadeiramente vive um crescimento acima dos índices chineses. Lá eles brincam que não são mais dependentes de italianos, mas de chineses disse ao GLOBO.

Poucos setores não sofrem com os obstáculos. O setor elétrico é um deles, e isso significa que a construção de hidrelétricas, consideradas essenciais para afastar de vez o risco do apagão no Brasil, está garantida. A blindagem deve-se ao fato de a maior parte das obras já estar contratada e de a lista de empreendimentos a serem erguidos ter sido divulgada há bastante tempo. É o caso de Santo Antônio e Jirau, usinas do Rio Madeira.

Esta obra está planejada há muito tempo, nos preparamos e até temos um seguro para manter o cronograma afirmou Ireneu Meireles, da Odebrecht, um dos sócios de Santo Antônio.

Luiz Pinguelli Rosa, coordenador da Coppe/UFRJ, afirma ainda que, na área de hidrelétricas, os problemas não são tão sentidos porque as estatais do setor mantêm grande número de pessoal especializado, e o Brasil possui expertise no assunto.

Economista alerta: ‘há risco de inflação’

O gigantismo da obra em Santa Cruz, com a CSA, exerce pressão sobre a oferta de insumos, principalmente da construção civil. Para se ter idéia do porte do empreendimento, as estacas fincadas nos canteiros de obras seriam suficientes para cobrir uma distância de 650 quilômetros (do Rio a Curitiba). No local, o tráfego diário de caminhões chega a 4.500, além de 500 ônibus diários com trabalhadores.

O economista Armando Castelar, do Ipea, lembra que o setor de construção civil tem mais dificuldades para suprir suas demandas: é difícil contratar lá fora engenheiros ou comprar cimento, por exemplo:

Os investimentos estão acontecendo, mas o patamar estava muito baixo, com 25 anos sem investimentos, que só começaram há dois anos. Por isso, a escassez. Mas isso não vai diminuir o crescimento, apesar de existirem limites para acelerá-lo. Essa escassez é saudável.

Para Alexandre Maia, economista-chefe da GAP Asset Management, há sinais ainda preliminares de que a demanda está crescendo acima da capacidade de produção da economia. A herança de tantos anos de baixa expansão da economia pode ter reflexos na política monetária:

Diante da pressão sobre a inflação, acredito que possa haver um ajuste mais severo, com um ciclo gradual de aperto monetário. A economia avançar acima de sua capacidade não é sustentável. É verdade que o PIB (Produto Interno Bruto do país) potencial é bem maior do que se imaginava há seis meses atrás. Houve um boom de investimento. Ainda assim, há risco de inflação com a escassez de insumos.

Fonte: ADEMI

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Em destaque, livros, cds e outras paixões

O Globo,Luciana Calaza, 24/fev

As estantes, vedetes na decoração dos anos 70 e 80, bem que andaram esquecidas. Mas voltaram com força. E não é para menos: elas são verdadeiros guarda-manias, perfeitas para coleções de livros, CDs, DVDs, miniaturas ou qualquer outro objeto de estimação do morador da casa. Ou seja, é um dos maiores desafios de arquitetos e designers.

No apartamento da estilista Isabela Capeto, mini-robôs, objetos religiosos, pássaros, toy art, livros e mais livros ocupam, lado a lado, nichos da estante de 11 metros de comprimento que atravessa as salas de estar e de jantar, e chega à cozinha. Quase o comprimento de uma quadra de vôlei, que tem 12 metros. O projeto é da Ouriço Arquitetura, de Beto Figueiredo e Luiz Eduardo Almeida, e saiu por R$18 mil.

Acho que estante não sai de moda, é um móvel que tem utilidade opina Beto.

O arquiteto, aliás, tem várias em sua casa. Na sala, uma estante foi feita a partir de um velho armário de cozinha, de madeira pintada de branco, desmontado e remontado na horizontal. Com portas de vidro, abriga coleções de porquinhos e de brinquedos antigos, livros e CDs.

Uma outra parte desse móvel foi para o quarto do meu filho de 10 anos. Sobre ele, instalei duas prateleiras de MDF, presas uma a outra com cabos de aço, formando uma estante onde ele expõe os seus brinquedos.

O arquiteto Ricardo Melo também teve que se virar para fazer caber 400 CDs e outros 400 DVDs no quarto de um cliente, que é dono de uma produtora de vídeo. Melo criou um painel de peroba com nichos para guardar a coleção e, sobre ele, instalou duas prateleiras de laca preta, dando um ar masculino ao quarto. De largura, a estante tem 3,10m.

Uma TV do tipo LCD foi instalada no meio do painel e uma bancada de trabalho, também de laca preta, percorre toda a frente do móvel explica o arquiteto, informando que o projeto da estante mais a execução saiu por R$7 mil.

As estantes também podem ser aparafusada na parede, facilitando o transporte em caso de mudança. Uma assim foi criada pela arquiteta Lia Siqueira para uma edição da Casa Cor de cinco anos atrás: uma cliente achou perfeita para a casa dela e, quando acabou a mostra, comprou o móvel.

O móvel não é muito profundo, o que dá leveza em ambientes menores. Mas é interativa: há prateleiras que podem ser abertas, ficando com profundidade maior. Várias formas de expor os livros são criadas. E, por ser uma estante do tipo “quadro”, tem luminárias que fazem uma iluminação pontual sobre as obras ressalta Lia, que diz que o projeto mais a execução de um móvel como esse sai por cerca de R$7 mil.

Fonte: ADEMI

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Um rio e paredes cheias de história

O Globo, 24/fev

O som de água corrente instiga a curiosidade de quem chega no Edifício Solar das Águas Férreas, no Cosme Velho. Mas logo se descobre que aquele barulhinho bom vem do Rio das Caboclas, um afluente do Carioca, que corta o terreno do condomínio. Mas ter um curso de água natural como “área de lazer” não é a única atração do prédio de 51 apartamentos, construído em 1979.

Nas paredes dos três halls de elevadores, painéis de fotos e recortes de jornais antigos ampliados contam um pouco da história de Laranjeiras e Cosme Velho. A idéia foi dos compradores dos apartamentos na época do lançamento do prédio e os painéis foram confeccionados pela própria construtora, com material de pesquisas realizadas no Museu da Imagem e do Som, no Museu Histórico e Geográfico do Brasil e em jornais.

Os moradores contam que a decoração desperta o saudosismo dos visitantes mais velhos durante a espera pelo elevador. Curiosidades como o anúncio “Alugo môça de 17 anos para prestar serviços domésticos em casa de família” arrancam risadas.

Cercado pelo verde e freqüentemente visitado por tucanos e micos, o prédio é daqueles onde é raro achar um apartamento vago. Apesar do crescimento da favela Cerro Corá nas proximidades, ressalta o casal Cesar e Isabel Cotrim, moradores desde a inauguração. Cesar, aliás, é tataraneto do antigo proprietário da chácara que existia no terreno do condomínio. A propriedade foi herdada por seu avô, depois por suas tias, que acabaram vendendo-a.

Minhas tias tomaram muitos banhos nesse rio conta Cesar, lembrando de uma curiosidade: a chácara foi comprada por sua família porque era um lugar alto e eles fugiam da febre amarela, que fazia muitas vítimas no Centro do Rio.

Fonte: ADEMI

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Discutindo segurança

O Globo, 24/fev

Segurança predial e patrimonial será o tema do próximo “Encontro de síndicos da Associação Brasileira de Administradoras de Imóveis (Abadi)”, que se realizará nos dias 10 e 11 de abril, no Senai Tijuca. No evento, será montada uma feira de produtos e serviços para condomínios.

Fonte: ADEMI

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Microsoft lista programas que não vão funcionar com Vista SP1

Por Redação do IDG Now!
Publicada em 22 de fevereiro de 2008 às 08h52
Atualizada em 22 de fevereiro de 2008 às 11h31

São Paulo - Fornecedora alerta que a atualização para o Windows Vista bloqueia alguns programas e reduz a funcionalidade de outros.

Ao instalar o Service Pack 1 para o Windows Vista os usuários devem se prevenir, pois alguns programas não funcionarão ou terão suas funcionalidades reduzidas, alertou a Microsoft.

A companhia divulgou uma lista com os programas que serão comprometidos pelo pacote de atualizações. A maioria são produtos de segurança, como antivírus e firewalls, de fornecedores como Trend Micro e BitDefender.

Para solucionar o problema, a Microsoft recomenda que o usuário instale atualizações dos próprios fornecedores.

A lista contém programas que são bloqueados pelo próprio Windows Vista, por questões de compatibilidade; programas que não executam após a instalação; e programas que funcionam com restrições – entre estes está, por exemplo, um leitor do New York Times.

A fabricante diz ainda no comunicado que se algum outro programa não rodar com o SP1, o usuário deve tentar reiniciar a máquina. Persistindo o problema, a empresa recomenda procurar o fornecedor do software.

O SP1 está marcado para chegar aos usuários em meados de março. Usuários já enfrentaram problemas com atualizações prévias obrigatórias para que o SP1 possa rodar. Após instalar o update pré-requisito, algumas máquinas reiniciavam infinitamente. Diante do problema, a Microsoft suspendeu as atualizações prévias.

Fonte: IDG Now!

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Brasil ganha operadora VoIP com foco em pequena empresa e consumidor

Por Fabio Barros, editor assistente do Computerworld, especial para o IDG Now!
Publicada em 22 de fevereiro de 2008 às 16h48
Atualizada em 22 de fevereiro de 2008 às 16h49

São Paulo - Real Solução inicia atividades em dez cidades brasileiras. Chamada local pode variar de R$ 0,07 a R$ 0,18, de acordo com plano.

A Global Group Telecom, holding especializada na oferta de serviços de telecomunicações, anunciou nesta sexta-feira (22/02) criação da Real Solução, empresa de telefonia VoIP com foco em pequenas empresas e usuários domésticos. Esta será a terceira empresa do grupo, que já conta com a STF, criada em 1996 para oferecer serviços de fax corporativo; e a GlobeCall, que desde 1998 presta serviços de telefonia corporativa.

De acordo com Marcelo Merenda, presidente da holding, além do suporte e da estrutura da GlobeCall, a Real terá dez pontos de presença no País: São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Brasília, Porto Alegre, Campinas, Curitiba, Rio de Janeiro, Recife e Fortaleza.

Os serviços oferecidos pela empresa permitem ligações gratuitas entre seus usuários e, dependendo do plano escolhido, as taxas para chamadas nacionais devem variar de 0,07 centavos de Real a 0,18 centavos de Real o minuto. Ligações internacionais para EUA, Alemanha, França e Itália custarão de 0,12 centavos de Real a 0,13 centavos de Real o minuto. Merenda reconhece que não são os valores mais baixos do mercado. “Há tarifas menores, mas nosso foco é a garantia da qualidade do serviço”, afirma.

As ligações podem ser feitas por meio do WebPhone, telefone virtual que dispensa o download e instalação de software. Ele pode ser acessado e utilizado pelos assinantes do serviço diretamente no site da Real. Os que preferirem ter o telefone virtual instalado em seu computador, podem baixá-lo também no site da empresa.

Merenda explicou que a venda de assinaturas será feita somente via Web, no site www.realcall.com.br e o pagamento pode ser feito com cartão de crédito (por enquanto, somente Visa) ou por boleto bancário. “Pagando com cartão, a liberação dos créditos é imediata. Com boleto bancário, ela deve levar alguns dias”, explica o executivo.

A criação da Real Solução representou, até aqui, investimentos de 2,5 milhões de reais na plataforma de serviços e construção de infra-estrutura. Merenda diz que, para 2008, estão previstos outros 2,5 milhões de reais, estes para ampliação da plataforma e oferta de novos serviços. “Nossa meta é chegar a trafegar 25 milhões de minutos/mês em três anos, o que significará uma base de 50 mil usuários”, disse Merenda.

Fonte: IDG Now!

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Brasileiros acessando a web de suas casas passam de 21 milhões em janeiro

Por Redação do IDG Now!
Publicada em 22 de fevereiro de 2008 às 11h47
Atualizada em 22 de fevereiro de 2008 às 11h51

São Paulo - Dados do Ibope//NetRatings apontam para um crescimento de 50% sobre janeiro de 2007, com 7,1 milhões de novos internautas.

O número de brasileiros navegando de suas residências chegou a 21,1 milhões em janeiro, 1,4% a menos que o mês anterior, mas 50% acima da média de janeiro de 2007, segundo dados do Ibope//NetRatings.

Ao longo dos últimos 12 meses, 7,1 milhões de novos internautas passaram a se conectar de suas casas, a maior média entre os países medidos pela Nielsen//NetRatings.

O número de internautas residenciais evoluiu de 10,7 milhões em janeiro de 2005 para 12 milhões em janeiro de 2006, passando a 14 milhões em janeiro de 2007 e finalmente chegando a mais de 21 milhões em janeiro de 2008.

Segundo o analista José Calazans, do Ibope//NetRatings, o aumento de residências com computadores e banda larga foi o principal motivo para esse crescimento.

O Brasil também continuou liderando no número de horas navegadas por mês, com a média de 23 horas e 12 minutos por pessoa, à frente de países como França (21h38), Estados Unidos (20h39) e Austrália (19h13).

As categorias com maior crescimento no mês, em comparação a dezembro, foram viagens e turismo (9,6%), informações corporativas (5,7%), governo e entidades sem fins lucrativos (4,8%) e finanças e investimento (2,6%).

Os maiores interesses dos brasileiros ao navegar incluíram “buscadores, portais e comunidades”, com 19,8 milhões de usuários únicos e tempo médio de 5 horas e 48 minutos mensais por pessoa; e telecomunicações e serviços de internet, com 18,8 milhões de usuários e 5 horas e 19 minutos por pessoa.

A base total de usuários de internet no Brasil continua estimada em 39 milhões de pessoas, dados referentes ao quarto trimestre de 2007 - o Ibope//NetRatings faz apenas estimativas trimestrais do total de internautas.

Fonte: IDG Now!

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Microsoft prepara atualização que identifica usuários pirata do Vista

Por Computerworld/EUA
Publicada em 22 de fevereiro de 2008 às 10h08
Atualizada em 24 de fevereiro de 2008 às 06h53

Framingham - Update encontra PCs utilizando dois dos ‘cracks’ mais comuns para rodar cópias pirata do sistema, que serão desabilitadas pelo SP1.

A Microsoft vai liberar uma atualização para usuários do Windows Vista na próxima semana que deve identificar cópias pirata do sistema instaladas com “cracks”, que devem ser desabilitadas quando o Service Pack 1 (SP1) for liberado em meados de março.

A atualização será liberada via Windows Update (WU) e automaticamente instalada na maioria das máquinas rodando Windows Vista. O update vai detectar dois dos “cracks” mais usados para ativar cópias piratas do produto.

Os “cracks” driblam a tecnologia de detecção de cópias falsas do Vista, simulando uma instalação legítima.

Um dos “cracks”, conhecido como “Grace Timer”, amplia o prazo de ativação gratuita do sistema, que normalmente é de 30 dias, até o ano de 2099. O outro, chamado OEM BIOS, modifica os arquivos e a BIOS do computador para simular a ativação feita por fabricantes de computadores na fábrica.

Ambos serão bloqueados pelo Vista SP1. A atualização de fevereiro vai detector os “cracks” e notificar os usuários, oferecendo uma possível solução, mas não vai desabilitar os sistemas.

Quando liberar a atualização, a empresa vai fornecer separadamente uma ferramenta para remover os “cracks”.

Se os usuários não fizerem a remoção e instalarem o SP1, começarão a receber mensagens exigindo a legalização – os usuários do Grace Timer imediatamente e os usuários do OEM BIOS 15 dias depois.

Antes de liberar o SP1, a Microsoft precisa corrigir um problema com atualizações prévias que levavam os computadores a reiniciar infinitamente.

Gregg Keizer, editor do Computerworld, de Framingham

Fonte: IDG Now!

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Mudanças em leis de telecom devem combater oligopólio, defende Fittel

Por Redação do IDG Now!*
Publicada em 22 de fevereiro de 2008 às 09h30
Atualizada em 22 de fevereiro de 2008 às 09h31

Brasília - Mudanças no Plano Geral de Outorga para permitir compra da Brasil Telecom pela Oi devem garantir a concorrência no setor, diz sindicato.

As mudanças que o governo deve fazer no Plano Geral de Outorga (PGO) para permitir a aquisição da Brasil Telecom (BrT) pela Oi (antiga Telemar) devem garantir a concorrência no setor, que não se concretizou com a privatização, em 1998, segundo Hamurabi Carvalho, secretário de Política Sindical e Social da Federação de Trabalhadores em Telecomunicações (Fittel).

Para ele, a mudança na legislação não pode se ater apenas à negociação entre as duas empresas, mas deve criar mecanismos para combater o oligopólio, que acabou existindo no país.

“Isso [oligopólio] terminou acontecendo porque na telefonia fixa a concorrência nunca chegou a ocorrer, e mesmo na telefonia celular ela não é pra valer. Há combinações e acertos [entre as operadoras] e na prática não há muita diferença de uma empresa para outra. Concorrência pra valer nunca aconteceu no modelo que privatizou em 1998”, afirmou Carvalho.

Segundo ele, o governo tem que ter uma série de preocupações e precauções com essa mudança, para que outros aspectos, como a inovação tecnológica que trouxe a convergência, sejam contemplados pela nova legislação.

“Por exemplo, as empresas de telecomunicações não podem hoje transmitir sinais de TV, já as empresas de TV podem transmitir sinais de comunicação, dados, voz. Todo esse debate precisa ser feito e os ambientes corretos para isso são o Congresso Nacional e a Anatel [Agência Nacional de Telecomunicações]”.

Para o representante sindical, a fusão das duas empresas é importante para o país, que, segundo ele, passará a ter uma empresa nacional de grande porte capaz de competir internacionalmente no setor de comunicação, além de gerar benefícios aos consumidores, como a redução nas tarifas, consideradas altíssimas.

Com a fusão, ele prevê ainda a ampliação da cobertura, especialmente da internet de banda larga, e a melhora da qualidade dos serviços.

O sindicalista defendeu a reestruturação da Anatel, responsável pela fiscalização do setor, para dar conta de suas funções.
Ele também defendeu um debate público envolvendo o Congresso Nacional e as entidades civis, para garantir que questões fundamentais sobre a negociação sejam observadas.

“Essa empresa vai ter financiamento público, do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômicos e Social], e, portanto, o governo terá que ter mecanismos de controle para poder intervir, por exemplo, proibindo que ela seja vendida daqui a algum tempo, e também discutir questões importantes para o país, como a universalização, a defesa da tecnologia e da cultura nacionais, a capacidade da empresa ampliar os empregos no setor”, afirmou.

*Com informações da Agência Brasil.

Fonte: IDG Now!

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