Arquivo de 15 de Fevereiro de 2008
Relógios devem ser atrasados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
Mudança nos relógios deve ser feita na virada de sábado para domingo.
Do G1, em São Paulo
O fim de semana terá uma hora a mais por causa do horário de verão. Os relógios dos moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país devem ser atrasados em uma hora na virada de sábado (16) para domingo (17).
O fim do horário de verão fará com que o sábado tenha “25 horas”, com a ocorrência de “duas meias-noites”. A medida, que tem por objetivo economizar energia elétrica, começou em 14 de outubro. O Ministério de Minas e Energia esperava redução de 4% a 5% nos horários de maior consumo, no início do horário de verão.
Abrangência
Além do Distrito Federal, o horário de verão abrange os mesmos estados dos últimos dois anos: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Nesses estados é possível um aproveitamento maior da luz solar na época do ano em que se implanta o horário de verão.
O estados do Norte e do Nordeste não têm horário de verão, mas a rotina de muita gente também sofre alterações nos meses em que a mudança do relógio permanece em vigor. Os bancos no Nordeste, por exemplo, abrem e fecham mais cedo.
Fonte: G1
Sexta, 15 de Fevereiro de 2008 às 09:38
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Do Valor OnLine
SÃO PAULO - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) pode registrar mais uma sessão de baixa. Tal indicação é dada pelos índices futuros que refletem a cautela dos investidores frente à agenda de indicadores externos. Há pouco, o Ibovespa com vencimento em abril recuava 0,35%, para 62.200 pontos, na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F).
Na agenda do dia, dados sobre a produção industrial nos Estados Unidos, os preços de importação e o índice de confiança da universidade de Michigan. Atenção também à reação dos investidores às recentes investidas da Berkshire Hathaway, empresa do megainvestidor Warren Buffett, que comprou 8,6% da Kraft Foods, elevou sua participação na Wells Fargo e comprou uma nova parte da GlaxoSmithKline.
A quinta-feira foi de realização de lucros aqui e em Nova York. As vendas foram estimuladas pelo discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano, Ben Bernanke, que alertou sobre menor crescimento da economia dos EUA.
As declarações colocaram fim a quatro pregões de alta na Bovespa, resultando em uma perda de 1,23% para o Ibovespa, que fechou a 61.818 pontos. O giro financeiro somou R$ 5,29 bilhões. Em Wall Street, Dow Jones caiu 1,4%, enquanto a Nasdaq cedeu 1,7%.
Na Europa, os indicadores reverteram os ganhos registrados na abertura dos negócios e passam a operar em território negativo. Na Ásia, a sexta-feira foi de perdas em Tóquio, Seul e Xangai.
(Eduardo Campos | Valor Online)
Fonte: G1
às 09:35
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Gazeta Mercantil, 15/fev
A Helbor Empreendimentos e a Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI) mais do que dobraram o valor geral de vendas (VGV) em 2007, registrando crescimentos de 129% e 178%, respectivamente.
A Helbor, uma das mais novas incorporadoras a abrir capital, encerrou 2007 com um crescimento de 68,6% na receita líquida, que passou de R$ 141,5 milhões, em 2006, para R$ 238,6 milhões.
A companhia teve seu lucro líquido afetado pelas despesas com o lançamento de ações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), em outubro do ano passado. Mesmo assim, fechou no azul, com lucro líquido de R$ 6,5 milhões. O resultado foi reduzido em R$ 10,8 milhões, em relação aos R$ 17,3 milhões registrado em 2006.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) cresceu 49%, para R$ 33,8 milhões. Ajustado, seria de R$ 47,1 milhões, ou 84,5% superior ao de 2006.
Presente em seis estados, Distrito Federal e 18 cidades, a companhia registrou um crescimento de 129% no volume geral de vendas, passando de R$ 415 milhões, e m 2006, para R$ 950,9 milhões em 2007. Do total, R$ 568,7 milhões são referentes à Helbor.
A CCDI, que divulgou ontem apenas seus resultados operacionais, elevou em 178% o VGV, superando a meta de R$ 1 bilhão estabelecida no lançamento de ações. Chegou ao final de 2007 com VGV lançado de R$ 1,26 bilhão.
O ano passado marcou o início da diversificação geográfica da CCDI. A companhia, realizou lançamentos no interior e litoral de São Paulo, adquiriu terrenos no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, e abriu escritórios no Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
Em dezembro, a CCDI, por meio de sua subsidiária HM Engenharia e Construções, executou seu primeiro lançamento no segmento baixa renda, em Franca, no interior de São Paulo, com unidades de R$ 40 mil a R$100 mil.
A estratégia é diversificar lançamentos por segmento e região. Em 2007, 37,3% foram de baixa renda, econômico e médio; 38,6%, alto e altíssimo e 24,1%, comercial.
Fonte: ADEMI
às 09:30
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Gazeta Mercantil, 15/fev
Animadas com os investimentos rodoviários, promovidos pelo governo federal e sedutor a concessionárias de grande porte, incorporadoras têm voltado a investir no segmento de condomínios empresariais e logísticos. A WTorre, que tem portfólio de imóveis no modelo build-to-suit (construídos sob encomenda para aluguel de longo prazo), acertou em janeiro um contrato com a DVR Participações para a construção de três empreendimentos na região da Grande São Paulo.
Os três projetos encomendados pela DVR Participações fazem parte da estratégia de reposição de estoque da empresa, com investimento de R$ 85 milhões. A Bracor Investimentos Imobiliários também está reformulando sua área de condomínios empresariais e prevê lançar novos projetos ainda este ano. A empresa já é proprietária do Techtown, um complexo empresarial em Hortolândia com área de 1 milhão de m2.
Dados da consultoria CB Richard Ellis, mostram que na capital e arredores de São Paulo existem 57 condomínios industriais com uma taxa média de vacância de 12%, índice que cai para 8% em regiões com bons acessos para rodovias, como Barueri. A Racional Engenharia, que atua como construtora desse tipo de projeto, resolveu também investir. “Criamos uma unidade de negócio para construir e alugar imóveis para empresas de todos os portes, que tenham necessidade de logística escalonada”, conta Newton Simões, diretor da Racional.
“Os imóveis na periferia de grandes centros urbanos podem receber carga pesada e veículos longos para transformá-las em cargas consolidadas para distribuição nas metrópoles”, exemplifica Simões. O primeiro projeto está sendo definido para área no Rodoanel e demandará investimento de R$ 150 milhões.
Fonte: ADEMI
às 09:29
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Valor, Alex Ribeiro, 15/fev
A Caixa Econômica Federal captou R$ 1,369 bilhão na caderneta de poupança em janeiro, surpreendendo em um mês tradicionalmente fraco para esse produto. Os demais bancos, em conjunto, tiveram uma captação negativa de R$ 200 milhões, o que permitiu à Caixa ampliar a sua participação no mercado, subindo de 32,03% para 32,45%.
A Caixa mantém uma estratégia agressiva de captação na caderneta porque conta com essa fonte de recursos para cumprir sua meta de contratação de financiamentos imobiliários. O objetivo é emprestar R$ 20,9 bilhões em 2008, dos quais R$ 8,3 bilhões com recursos da caderneta. Em janeiro, o saldo captado chegou a R$ 77,13 bilhões. “Definimos como prioridade o aumento da captação em caderneta de poupança”, afirma o vice-presidente de pessoa física da Caixa, Fábio Lenza. Uma das principais preocupações do banco era reverter uma tendência de envelhecimento da base de clientes da caderneta de poupança.
Foram intensificadas as campanhas publicitárias, voltadas sobretudo para o público infantil. Uma das investidas mais bem-sucedidas foi a dos “poupançudos”, que incluía a distribuição de dois milhões de cofrinhos em formato de monstrengos. “Atraímos as crianças às agências e, junto com elas, os pais”, afirma Lenza.
Os resultados, segundo ele, começam a aparecer. O saldo total em contas de poupadores entre 6 e 15 anos de idade aumentou 85% entre 2003 e 2007. A quantidade de contas de poupadores com até 15 anos de idade cresceu cerca de 26%, superando a marca de 1 milhão de contas e atingindo cerca de R$ 1,8 bilhão em saldo. Os pais acompanharam as crianças. Hoje, 34% dos investidores da caderneta têm entre 25 e 40 anos.
Também houve empurrão importante da queda dos juros, que tornou a caderneta mais competitiva frente os fundos de investimento que cobram taxas de administração altas. Especialistas calculam que, quando as taxas de administração dos fundos superam 1,5%, a caderneta se torna mais atrativa, já que esse investimento é isento do Imposto de Renda.
Em fins de 2006, quando os juros de mercado caíam rapidamente, alguns especialistas chegaram a alertar para os riscos de uma forte migração de investidores dos fundos para a caderneta. O perigo seria conceder financiamentos habitacionais de longo prazo com base em uma fonte de captação mais instável.
Lenza disse que a mudança de regra feita pelo governo no início de 2007, que impediu a remuneração da caderneta de poupança em 65% da taxa Selic, serviu para impedir a migração dos grandes investidores para a caderneta e, ao mesmo tempo, atrair pequenos investidores que estavam insatisfeitos com as altas taxas de administração cobradas pelos bancos. “Não está havendo canibalização dos fundos de investimento”, afirma Lenza. No caso da Caixa, os fundos registraram uma captação positiva de R$ 1,6 bilhão em janeiro.
Um terceiro fator que tem contribuído para o aumento das captações em caderneta é o crescimento econômico e o aumento de renda. Os dados da Caixa mostram que em regiões em que o Produto Interno Bruto (PIB) se expande acima da média nacional as captações também registram ritmo mais acelerado. Entre 2003 e 2007, a região Norte teve um crescimento de 89% na abertura de contas e o Centro-Oeste, de 65%.
Fonte: ADEMI
às 09:27
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Valor, Yan Boechat, 15/fev
Primeira grande empresa do setor imobiliário a divulgar seus resultados, a Rossi confirmou a expectativa de superar o que havia prometido ao mercado. A companhia lançou R$ 1,98 bilhão em novos imóveis durante o ano passado, um volume 124% maior do que o registrado em 2006. As vendas contratadas no período também cresceram de forma significativa, passando de R$ 584 milhões em 2006 para R$ 1,25 bilhão em 2007, um crescimento de 114%. Ao contrário da maior parte dos outros setores da economia, as empresas de construção só podem agregar as vendas à sua receita após as obras estarem concluídas.
Por conta disso, a receita da Rossi, em grande parte, não foi gerada pelos lançamentos de 2007. No ano passado a companhia registrou um faturamento de R$ 732 milhões, 78,2% superior ao de 2006. “O que vendemos este ano, em sua maioria, deve entrar em nossa receita nos próximos dois anos”, afirma Gerson Cohen, diretor de controladoria da Rossi. Em 2007 a Rossi comercializou cerca de R$ 400 milhões em imóveis que já estavam prontos e não foram vendidos no ano de lançamento.
Apesar de ter registrado uma queda de 2,8 pontos percentuais na margem lajida no quarto trimestre de 2007, a Rossi conseguiu ampliar em 5,6 pontos percentuais a margem no acumulado do ano, fechando em 18%. A lajida fechou o ano em R$ 131 milhões, 158% superior ao registrado em 2006. Com isso, o lucro líquido da companhia passou de R$ 43 milhões para R$ 131 milhões, uma ampliação de 200%. O lucro líquido ajustado ficou em R$ 133 milhões, um crescimento de 42% sobre o ano anterior.
Cohen atribui os bons resultados da companhia neste ano por conta das condições de crédito e pela estratégia da Rossi em expandir sua atuação para outras regiões do país. Cada vez mais a Grande São Paulo vai tendo menos peso nos resultados da companhia. Há cerca de três anos, a capital paulista e seu entorno representavam mais de 70% dos lançamentos e da receita da Rossi. Hoje, não passa de 35%.
“Estamos atuando em regiões com demanda forte e concorrência menos intensa do que aqui”, diz Gerson Cohen. Hoje a Rossi atua em mais de 50 cidades de 14 estados do país. Para este ano a companhia está prevendo fazer um total de lançamentos de casas e apartamentos de cerca de R$ 2,5 bilhões.
Fonte: ADEMI
às 09:26
admin
Por Redação do IDG Now!*
Publicada em 15 de fevereiro de 2008 às 08h53
São Paulo - Empresas Ci&T Software e DigitalAssets contribuirão com 50% do aporte em pesquisas, que incluirão a área de aplicações para Web 2.0.
A Fapesp e as empresas Ci&T Software e DigitalAssets assinam nesta sexta-feira (15/02) um acordo de cooperação para apoiar pesquisas científicas e tecnológicas nas áreas de tecnologia da informação (TI), engenharia de software, psicologia e administração de empresas.
No evento será lançada chamada para apresentação de propostas pela comunidade científica paulista. O aporte total de R$ 3,6 milhões para o financiamento de projetos – 50% investidos pela FAPESP e 50% divididos entre as duas empresas – será desembolsado ao longo dos cinco anos de vigência do acordo.
Para a avaliação das propostas será formado um Comitê Gestor de Cooperação, constituído por representantes das três entidades. Os projetos serão desenvolvidos por pesquisadores de instituições de ensino superior e pesquisa no Estado de São Paulo em cooperação com pesquisadores das empresas parceiras, nos termos do Programa de Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE) da FAPESP.
Serão contempladas ainda pesquisas na área de engenharia de aplicações na Web 2.0, que compreende uma nova geração de serviços que propiciam colaboração on-line, compartilhamento de recursos e cooperação entre usuários.
Entre os temas de interesse do convênio, na área de TI, estão pesquisas que tratam das tecnologias, padrões e frameworks emergentes em Web 2.0; processos, métodos e diretrizes de adoção da abordagem SOA no mundo corporativo e acadêmico; reúso de software e gestão de grandes volumes de conteúdo em aplicações na Web 2.0, entre outros.
Na área de psicologia e administração os temas incluem mudanças de comportamento humano em corporações e a competitividade suportada por gestão diferenciada de relacionamentos corporativos.
De acordo com Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, TI é uma área que requer intensa atividade de pesquisa e desenvolvimento e um setor que abre amplas oportunidades para o desenvolvimento do Estado de São Paulo.
Fundada em 1995 e com atuação em diversos segmentos da indústria, a Ci&T Software é uma empresa especializada em software e tecnologia da informação. A empresa conta com uma estrutura global de prestação de serviços que inclui seis unidades no Brasil, uma subsidiária nos Estados Unidos e um escritório na Europa.
A DigitalAssets é especializada em soluções práticas para o reúso de software. Seu principal objetivo é o de auxiliar seus clientes a reduzir custo e aumentar a qualidade e agilidade no desenvolvimento de software. Para isso, a empresa atua provendo serviços profissionais, ferramentas e produtos customizados que impulsionam a criação, gestão e reúso de ativos digitais.
*Com informações da Agência Fapesp.
Fonte: IDG Now!
às 09:25
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Por Redação do IDG Now!*
Publicada em 15 de fevereiro de 2008 às 09h19
Brasília - Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, em unanimidade, contra o recurso da operadora e a favor do Código de Defesa do Consumidor.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, em unanimidade, contra o recurso da operadora Brasil Telecom pela aplicação de multa de 10% para pagamentos em atraso nas contas telefônicas.
A empresa alegou que as regras de telefonia deveriam ser regulamentadas pelo Poder Público e, logo, seria possível aplicar a Portaria 127, de 1989, do Ministério das Comunicações, que permite a multa.
Já o Ministério Público defendeu que uma portaria ministerial não poderia prevalecer sobre o Código de Defesa do Consumidor (CDC), que é uma lei ordinária. O CDC determina que o valor máximo para multas desse tipo é de 2%.
Os ministros do STJ entenderam que o código rege todas as relações de consumo e, por isso, as empresas de telefonia também devem ser regidas por essa regra.
A Brasil Telecom já tinha perdido em primeira instância no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios e pode recorrer novamente.
*Com informações da Agência Brasil.
Fonte: IDG Now!
às 09:23
admin