Arquivo de 14 de Fevereiro de 2008
Folha de São Paulo, Verena Fornetti, 14/fev
O valor do aluguel de escritórios de luxo subiu 39% em São Paulo no ano passado, de acordo com pesquisa feita pela consultoria Cushman & Wakefield. O aumento na capital paulista foi quase o mesmo dos dez endereços mais caros do mundo, onde o aluguel desse tipo de imóvel avançou 40%.
No Rio de Janeiro, o crescimento foi de 59%.
“As características do Rio, com mar e montanha delimitando a cidade, impedem o crescimento da oferta”, diz Milena Morales, gerente da consultoria. Para ampliar a oferta, as empresas cariocas estão investindo nos prédios antigos do centro da cidade e transformando-os em escritórios de alto padrão.
Segundo Morales, outra mudança é que os aluguéis no Rio estão se aproximando dos de São Paulo, com valor de R$ 73 por m2 ao mês, contra R$ 76 na capital paulista.
No entanto o prédio carioca mais valorizado, no Leblon, custa até o dobro da média dos escritórios de luxo: R$ 180 por m2 por mês. Na região da avenida Faria Lima, a mais cara de São Paulo, o aluguel do imóvel chega a R$ 110 por m2 ao mês.
De acordo com a Jones Lang LaSalle, consultoria especializada no mercado de luxo, os preços dos escritórios classe A e AA não devem baixar neste ano, mesmo com a ampliação da oferta de prédios. “As empresas estão indo bem, crescendo e precisando de espaço. Se alcançarmos o “investment grade” [grau de investimento, concedido a países com baixo risco de darem calote em suas dívidas], novas empresas virão ao Brasil e precisarão de espaço”, diz Lilian Feng, gerente de pesquisa da consultoria.
No ranking da Cushman & Wakefield, São Paulo é a 23ª cidade mais cara do mundo. O Rio de Janeiro não aparece na lista, que só leva em conta a cidade mais cara de cada país.
O estudo mostra que, na média global, o aluguel dos escritórios de luxo avançou 14% em 203 endereços pesquisados de 58 países. Os espaços comerciais mais valorizados estão em Londres, na região de West End, que abrange a Oxford Street e a praça Picadilly Circus, onde o m2 chega a 2.277 por ano (R$ 5.806)
Fonte: ADEMI
Quinta, 14 de Fevereiro de 2008 às 09:06
admin
O Dia, Cristiane Campos, 14/fev
A Caixa Econômica Federal vai destinar R$ 1,6 bilhão ao setor habitacional no Estado do Rio. O montante permitirá financiar 50 mil imóveis neste ano. Superintendente da Caixa no Rio, José Domingos Vargas informou que o orçamento poderá chegar a R$ 2 bilhões 60 mil unidades financiadas.
No ano passado, a instituição liberou R$ 1,4 bilhão o volume financiou 39 mil imóveis , sendo que 70% do valor foram para famílias com renda até cinco salários mínimos (R$ 1.900). A idéia da direção da Caixa é aumentar o percentual para 75%. Domingos Vargas lembrou que o banco tem linha de financiamento para todas as faixas de renda e as mais competitivas do mercado.
“Na terça-feira, anunciamos reduções nas taxas dos financiamentos com recursos da caderneta de poupança. Agora, os juros na instituição variam de 5,5% a 11% ao ano mais TR (Taxa Referencial)”, afirmou Vargas. Os percentuais mais acessíveis, como os 5,5% ao ano mais TR, são para os cotistas do FGTS, conforme regras do Conselho Curador do Fundo de Garantia.
Quem optar pelo pacote básico, que inclui cheque especial e cartão de crédito Caixa, pagará taxa de 8,4% ao ano mais TR para imóveis de até R$ 130 mil. O trabalhador que quiser continuar efetuando o pagamento pelo boleto bancário também foi beneficiado, já que os juros caíram de 10% para 9,4% ao ano. No débito em conta, houve um pequeno recuo: de 9% para 8,90%.
Atendimento mais rápido nas agências
Para atender à grande demanda no crédito imobiliário, a Caixa, que detém 50% dos financiamentos no País, vai implantar 72 ilhas habitacionais no estado para dar mais agilidade ao processo de concessão do empréstimo habitacional. Do total, 59 ficarão na Região Metropolitana e 13, no interior. Além disso, é possível fazer simulações no site (www.caixa.gov.br) ou obter mais informações pelo telefone 0800-7260101.
A Caixa faz ainda análise do crédito on-line nas agências. A medida é possível porque o gerente já verifica no ato a capacidade de pagamento do interessado. A operação acontece em minutos. Os interessados na compra do imóvel já podem fazer as simulações para aproveitarem a quarta edição do Feirão da Casa Própria. “Estamos fechando a data porque queremos incluir os 134 empreendimentos, com 22 mil unidades, que estamos analisando. Mas não descarto a possibilidade do evento acontecer entre abril ou maio”, disse José Domingos Vargas, superintendente da Caixa. O local ainda está sendo estudado. Entre as opções, o Riocentro, o hipermercado Extra, na Barra, e o Centro de Convenções da prefeitura, na Praça Onze.
Fonte: ADEMI
às 09:05
admin
Monitor Mercantil, 14/fev
Recém-incorporada ao grupo Brasil Brokers, holding de intermediação e consultoria imobiliária com atuação em todo o país, a Ética prova ao mercado que não vai parar tão cedo seus planos de expansão: muito pelo contrário. Fundada e presidida por uma das maiores águias do mercado imobiliário carioca, Marlei Feliciano, a empresa de 25 anos conta com 19 lojas na cidade do Rio (em bairros como Tijuca, Madureira, Barra, Vila da Penha, dentre outros) e vai para o ‘outro lado da poça’: a loja de Niterói, localizada no Jardim ícaraí, será inaugurada nas próximas semanas.
É um excelente momento. O mercado afirma que a venda de imóveis usados especialidade da Ética está aquecidíssimo. Outro grande ativo da empresa é seu corpo de diretores: talentosos e extremamente comprometidos com o sucesso do grupo. Além de seu programa de TV (a Ética é a única imobiliária no Rio que mantém um programa semanal na televisão), no ar todos os sábados na Bandeirantes, a empresa está preparando sua revista.
Além disso, corretores e gerentes serão reciclados pelo CDPV Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas. Com tantos diferenciais, ninguém se engana ao afirmar que a Ética já é líder de mercado.
Ainda sobre o mercado imobiliário
Depois de quase três décadas de bons serviços prestados, Luiz Henrique Rimes trocou a Gafisa pela João Fortes Engenharia. Ele será o principal nome de operações da construtora, que em 2007 teve seu controle vendido ao empresário António José Carneiro.
Fonte: ADEMI
às 09:04
admin
Valor, 14/fev
O Sinduscon-SP oferece os cursos de “Empreendedorismo na construção civil” e “Planejamento estratégico na construção civil”.
Fonte: ADEMI
às 09:03
admin
Valor, Raquel Balarin, 14/fev
O crescimento de operações financeiras com lastro no setor imobiliário rendeu bons frutos à Brazilian Finance & Real Estate (BFRE), holding controlada pelo grupo Ourinvest em sociedade com o private equity Texas Pacific Group Axon (TPG). A holding, que reúne quatro empresas, fechou 2007 com um lucro líquido de R$ 70,02 milhões, em comparação a um prejuízo de R$ 8,54 milhões no ano anterior. A rentabilidade sobre o patrimônio alcançou 18,1%.
De acordo com o balanço da companhia publicado ontem no Diário Oficial do Estado de São Paulo, a principal contribuição para o resultado veio de investimentos proprietários, como locação de imóveis e a venda de alguns ativos do fundo de investimento imobiliário Premier Realty à BR Properties. A Brazilian Securities, empresa que estrutura e vende Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), vem em seguida, com um resultado líquido de R$ 18,53 milhões. A companhia hipotecária Brazilian Mortgages, que dá financiamento imobiliário a incorporadores e pessoas físicas e estrutura fundos de investimento imobiliário, fechou 2007 com lucro líquido de R$ 10,5 milhões. E a Brazilian Capital, administradora de recursos de ativos imobiliários, com R$ 4,5 milhões.
Com a entrada do TPG , no fim de 2006, a BFRE recebeu um reforço de capital e alavancou suas operações. O saldo das operações de crédito da Brazilian Mortgages, por exemplo, saltou de R$ 105,85 milhões em dezembro de 2006 para R$ 163,77 milhões no fim de 2007, um crescimento de 55%. Apesar disso, a provisão para devedores duvidosos se manteve praticamente estável, em 0,49%. A companhia hipotecária, que já atuava no financiamento a incorporadores, especialmente na etapa final da obra, passou a operar no varejo no ano passado com a abertura de lojas BM Sua Casa, uma promotora de vendas de financiamentos imobiliários para pessoas físicas. No total, a BM tem 11 pontos de venda, sendo cinco lojas próprias.
No balanço, a BFRE não abriu quanto de sua carteira de financiamentos é direcionada a pessoas físicas. Procurada, a empresa informou que não poderia se pronunciar por estar em período de silêncio. A holding entrou no ano passado com pedido de emissão primária de ações na bolsa. No início de novembro, a oferta foi suspensa por 30 dias pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O prazo da suspensão já acabou, mas a companhia ainda não publicou um novo cronograma da oferta.
Uma das empresas mais conhecidas da BFRE é sua securitizadora, a Brazilian Securities, que compra recebíveis das incorporadoras, empacota-os em CRIs e vende os títulos para terceiros. De acordo com dados da CVM, no ano passado, a empresa foi responsável por R$ 568,24 milhões de CRIs, entre ofertas registradas, em análise e com dispensa de registro. Com esse volume, a companhia lidera o ranking das securitizadoras, seguida pela Cibrasec, com R$ 455,29 milhões, e pela Rio Bravo, com R$ 292,33 milhões.
Os bancos são os maiores compradores de CRI. Boa parte das instituições utiliza os títulos para cumprir a exigência de aplicar a captação da caderneta de poupança em financiamento imobiliário. A concessão de crédito imobiliário por parte dos bancos está aumentando, mas ainda não é suficiente para cobrir o aumento da captação de poupança e a redução obrigatória do uso de créditos de FCVS para cumprir as exigências de aplicação dos recursos no setor imobiliário.
Fonte: ADEMI
às 09:02
admin
Por Redação do Computerworld
Publicada em 14 de fevereiro de 2008 às 08h54
São Paulo - Em janeiro de 2008, os worms foram responsáveis por 15,01% das infecções de rede para captura de dados, aponta pesquisa.
O uso de worms para roubar dados confidenciais aumentou em 50%. Em janeiro de 2008, os worms foram responsáveis por 15,01% das infecções de rede para captura de dados. No mesmo período de 2007, esse percentual não chegava a 10%. As informações são do PandaLabs, laboratório de análise e detecção de malware.
Outra conclusão do levantamento do PandaLabs é que a forma mais comum de disseminação desses malware é através de mensagens que usam técnicas de engenharia social, com o uso de links redirecionados para páginas falsas, semelhantes às usadas por ataques do tipo phishing.
De acordo com o levantamento, o malware mais ativo no mês de janeiro de 2008 foi o trojan Downloader.MDW. Os worms Bagle.HX e Perlovga.A ocupam a segunda e terceira posições, respectivamente.
Fonte: IDG Now!
às 09:01
admin