Arquivo de 6 de Fevereiro de 2008
O Diário de Campos, 01/fev
A RJZ Cyrela levou anteontem 100 corretores de imóveis de Campos para a primeira convenção de vendas do Exclusivité Maison Residence, no Rio de Janeiro, empreendimento que será lançado em breve no município. O objetivo é estreitar relações entre os funcionários das corretoras e estimular as vendas.
Fonte: ADEMI
Quarta, 6 de Fevereiro de 2008 às 09:39
admin
Jornal do Brasil, 01/fev
A mudança na fórmula de cálculo da taxa referencial (TR), determinada ontem pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), não deve ter reflexos práticos a curto prazo dado o cenário atual. A medida determina que caso a TR fique negativa, ela será considerada igual a zero, garantindo remuneração mínima de 0,5% à caderneta de poupança.
A TR é utilizada para remunerar cadernetas de poupança, contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e alguns contratos de financiamento imobiliário. Pela nova regra, essa taxa não poderá ter variação negativa.
A decisão teve caráter exclusivamente técnico, segundo o economista chefe da Uptrend Consultoria Econômica, Jason Freitas Vieira, para evitar que “uma correção monetária mais sensível afete os rendimentos da poupança”.
Para o economista chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, a meSida manifesta a preocupação do governo de que os bancos mantenham a captação de dinheiro para a poupança e as¬segurar para o investidor da poupança um rendimento mínimo.
Já tivemos o aumento do redutor da TR, por conta da queda dos juros. A intenção era garantir que os rendimentos da poupança não superassem os dos fundos de investimento disse Vieira. A medida de agora é técnica, para um cenário de retomada dos cortes de juros sensível, o que parece distante.
Fonte: ADEMI
às 09:38
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O Globo, Ronaldo D’Ercole, 31/jan
O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), da Fundação Getulio Vargas (FGV), desacelerou e fechou janeiro em 1,09%, abaixo da alta de 1,76% em dezembro. Apesar da queda, o peso do IGP-M sobre os aluguéis com reajuste previsto para este início de ano será maior que no fim de 2007, quando o índice fechou em 7,75%. Nos 12 meses encerrados este mês, o IGP-M acumula 8,25%.
Ao longo do primeiro trimestre, o IGP-M deverá atingir ainda o seu teto (no acumulado de 12 meses), pois, mesmo em desaceleração, os índices mensais ficarão muito acima das taxas registradas no início de 2007 disse o coordenador de análises econômicas da FGV, Salomão Quadros.
Por isso, segundo ele, as tarifas de energia elétrica com reajuste neste semestre, e que sejam indexadas ao IGP-M, também subirão mais. Sua expectativa é que o IGP-M anualizado passe a declinar somente a partir do segundo semestre: Mas não vai desabar, porque, mesmo com uma acomodação nos preços dos alimentos, na parte industrial há mais inércia do que tivemos em 2007. O câmbio, por exemplo, que caiu 20%, não será tão favorável. Este mês, a desaceleração do IGP-M foi favorecida pela pressão menor dos alimentos e itens industrializados no Índice de Preços do Atacado (IPA), que recuou de 2,36%, em dezembro, para 1,24%. Já na ponta do consumo, os agrícolas ainda sobem e, com a alta sazonal de serviços, fizeram o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subir 0,96%, ante 0,67% em dezembro.
Fonte: ADEMI
às 09:37
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Monitor Mercantil, 31/jan
A Tecnisa e o Santander fecharam acordo para financiamento de produção e para compradores de 11 empreendimentos residenciais que devem ser lançados em 2008. Serão 5.728 unidades com um valor total de, aproximadamente, US$ l bilhão.Em comunicado ao mercado, a Tecnisa destaca a nova modalidade de financiamento na planta em que o Bapco financiará os adquirentes das unidades, já durante as obras, até 90% do valor de aquisição, sendo o numerário integralmente liberado para a Tecnisa até o final das obras.De acordo com anúncio, o saldo devedor do adquirente com o Banco poderá ser amortizado em até 30 anos após entrega das chaves pêlos sistemas Price ou SAC.
Fonte: ADEMI
às 09:35
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Jornal do Commercio, Aziz Ahmed, 31/jan
O presidente da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi-RJ), George Masset, sugere permitir abater aluguéis no imposto de renda. Lembra que nos grandes países principalmente nas grandes cidades o aluguel tanto é opção de investimento, como uma das formas de estímulo à moradia digna. O Brasil tem enorme déficit habitacional e, para Masset, como o Governo não pode resolver o problema a curto prazo, deveria estimular o mercado de locação.
Fonte: ADEMI
às 09:22
admin